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Dia da Felicidade: existe vida plena sem sexo de qualidade? Descubra
No Dia Internacional da Felicidade, a coluna destaca os impactos positivos da vida sexual na saúde emocional e física
atualizado
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No Dia Internacional da Felicidade, celebrado nesta sexta-feira (20/3), falar sobre bem-estar envolve também abordar a vida íntima e sexual. O sexo, quando vivido de forma saudável e consensual, pode ser um importante aliado na construção da felicidade, influenciando tanto o corpo quanto a mente.
Em primeiro lugar, a atividade sexual está diretamente ligada à liberação de hormônios como endorfina e ocitocina, substâncias associadas ao prazer, ao relaxamento e ao vínculo emocional. A especialista em sexualidade e relacionamento Julia Giànerinni ressalta que toda vez que nos relacionamos sexualmente com alguém, ocorre a liberação hormonal de oxitocina, dopamina, serotonina, testosterona, endorfinas e prolactina.
“A prática, quando satisfatória, eleva a autoestima e a confiança daquele indivíduo, favorecendo a felicidade e a satisfação geral com a vida”, comenta. “Ou seja, fortalece o bem-estar, o vínculo afetivo, a redução de estresse e a conexão emocional do casal”, avaliou, à coluna.

Sexo fortalece conexões afetivas
Outro ponto é que o sexo pode fortalecer conexões afetivas. Em relações estáveis, a intimidade contribui para aumentar a confiança, a cumplicidade e a comunicação entre parceiros.
Esse fortalecimento dos laços emocionais tem impacto direto na sensação de segurança e satisfação pessoal, fatores fundamentais para a felicidade.
Além disso, outro ponto relevante é o impacto na autoestima. Sentir-se desejado, confortável com o próprio corpo e conectado ao outro pode melhorar a autopercepção e a confiança. Isso não se limita à vida íntima, mas se reflete em outras áreas, como trabalho e relações sociais.
A prática também pode trazer benefícios físicos, como melhora na qualidade do sono e até no sistema imunológico. Após o sexo, o corpo tende a entrar em um estado de relaxamento profundo, favorecendo o descanso e a recuperação do organismo.
Por fim, mais do que frequência, o que realmente importa é a qualidade da experiência e o bem-estar envolvido. O sexo, quando vivido com respeito, prazer e conexão, pode ser uma ferramenta poderosa para aumentar a sensação de felicidade e qualidade de vida.














