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Pastores de renas desenterram urso da idade do gelo praticamente intacto

Descoberta é sem precedentes. O urso "reapareceu" na região após o derretimento do permafrost, camada que era permanentemente congelada

18/09/2020 08:19, atualizado 18/09/2020 08:29
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Norhj-Eastern Federal University
Urso da era do gelo

Uma descoberta sem precedentes! Pastores de rena no Ártico russo desenterraram os restos perfeitamente preservados de um urso da idade do gelo. A confirmação foi dada pela Universidade Federal do Nordeste da Rússia (NEFU) na segunda-feira (14/9).

O urso “reapareceu” na região após o derretimento do permafrost – solo composto de terra, gelo e rochas permanentemente congelados – nas ilhas Lyakhovsky, parte do arquipélago das Novas Ilhas Siberianas, no nordeste da Rússia.

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O urso "reapareceu" na região após o derretimento do permafrost - solo composto de terra, gelo e rochas permanentemente congelados - nas ilhas Lyakhovsky, parte do arquipélago das Novas Ilhas Siberianas, no nordeste da Rússia
Segundo pesquisadores da instituição, o urso tem os dentes e o nariz intactos
Pastores de renas desenterram urso da idade do gelo praticamente intacto
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Pastores de renas desenterram urso da idade do gelo praticamente intacto

Norhj-Eastern Federal University
O urso "reapareceu" na região após o derretimento do permafrost - solo composto de terra, gelo e rochas permanentemente congelados - nas ilhas Lyakhovsky, parte do arquipélago das Novas Ilhas Siberianas, no nordeste da Rússia
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O urso "reapareceu" na região após o derretimento do permafrost - solo composto de terra, gelo e rochas permanentemente congelados - nas ilhas Lyakhovsky, parte do arquipélago das Novas Ilhas Siberianas, no nordeste da Rússia

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Segundo pesquisadores da instituição, o urso tem os dentes e o nariz intactos
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Segundo pesquisadores da instituição, o urso tem os dentes e o nariz intactos

Norhj-Eastern Federal University

Segundo pesquisadores da instituição, o urso tem os dentes e o nariz intactos. A preservação é tamanha, que o cadáver ainda está com todos os órgãos internos no lugar.

Acredita-se que o espécime seja um antigo parente do urso-pardo, que viveu de 22 mil a 39,5 mil anos atrás. Os restos mortais do animal serão estudados na NEFU, localizada na cidade de Yakutsk, no leste da Rússia. Uma análise de radiocarbono deve ser realizada para determinar a idade precisa do urso.

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