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Pipocando

Li Martins desabafa sobre rotina caótica e falta de grana na época do Rouge

A cantora ainda contou que sonhava em largar a carreira musical para seguir os passos do pai na medicina

05/09/2020 15:55, atualizado 05/09/2020 15:56
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Li Martins desabafa sobre rotina caótica e falta de grana na época do Rouge

Em live com a apresentadora e ex-paquita Andréa Sorvetão, Li Martins fez uma declaração chocante para os fãs. A cantora revelou que planejava largar a carreira musical e cursar medicina após o término de seu contrato inicial com o Rouge, grupo musical formado em 2002.

“Meu sonho era sair do Rouge para a faculdade de medicina. A princípio, queria ser médica, como meu pai. Agora, claro, não penso mais, não teria paciência. Seriam uns 10 anos de estudos e não penso em parar de cantar”, disse no bate-papo, que aconteceu na noite dessa quinta-feira (3/9). À época, Li cogitava fazer especialização em cirurgia plástica ou dermatologia. “Algo relacionado à estética”, afirmou.

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 Rouge
As meninas do Rouge juntas
Show Rouge 15 Anos
A artista tem 36 anos
Antes de se apaixonar pela carreira musical, Li sonhava em ser médica
Li Martins é cantora
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Li Martins é cantora

 Rouge
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Rouge

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As meninas do Rouge juntas
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As meninas do Rouge juntas

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Show Rouge 15 Anos
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Show Rouge 15 Anos

Vinícius Santa Rosa/Metrópoles
A artista tem 36 anos
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A artista tem 36 anos

Antes de se apaixonar pela carreira musical, Li sonhava em ser médica
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Antes de se apaixonar pela carreira musical, Li sonhava em ser médica

Ela é mãe de Antonella
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Ela é mãe de Antonella

Segundo a artista, a seleção do programa Popstars, um reality de talentos exibido pelo SBT que criou a girl band, fez com que ela mudasse o foco. “No começo, estava mais desencanada. Conforme foi afunilando, eu queria permanecer e conquistar a chance”, lembrou Li, que assinava como Patrícia no início da carreira. “A gente não sabia que seriam cinco meninas selecionadas. As chamadas mostravam as Spice Girls, o Destiny’s Child, a Shakira… Podiam ser cinco, três, uma”, contou.

Rotina caótica
A artista ainda lamentou as condições de trabalho na época do quinteto. “Nossa produtora era bem louca. A gente tinha que aprender uma coreografia de um dia pro outro. A gente ficou sem dormir. Eu tinha 18 anos, então beleza. Hoje, jamais, não ficaria sem dormir, não (risos).”

Segundo Li, até existia a vontade de seguir com o grupo após os primeiros quatro anos de banda, descontinuada em 2006. “A gente renovaria, mas queria que algumas mudanças acontecessem. A gente achava o contrato injusto em alguns pontos, mas nós tínhamos assinado o contrato, então tínhamos que respeitá-lo. Quando o contrato acabou, queríamos negociar algumas cláusulas”, lembrou a cantora, que experimentou um novo trabalho com as colegas de grupo – Lu Andrade, Fantine Thó, Aline Wirley e Karin Hils – em 2017, na comoração de 15 anos de Rouge.

Falta de grana
A cantora também disse não ter conseguido enriquecer com os show da girl band. “O que sobrava para gente era muito pouco. Era muita gente para compartilhar [os lucros]. Eles investiram muito na gente, li uma vez que foram R$ 7 milhões. Se é muito dinheiro hoje, imagine há mais de 15 anos? O que eles gastavam não era brincadeira. Mas penso que poderia ter sido economizado: eram muitas trocas de roupa. Todo o dinheiro que a gente poderia ter ganho, ia para os fogos, pro aluguel do painel de LED…”, criticou.

Li Martins tem 36 anos e, agora, foca em sua carreira solo.

Confira o bate-papo na íntegra: