Paulo Cappelli

União Brasil está à mercê de fisiologistas, diz ex-presidente da sigla

Luciano Bivar afirmou que a federação União-PP é “um acordo de conveniência, movido por interesses financeiros e barganhas políticas”

atualizado

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Entrevista com o atual presidente nacional do União Brasil, deputado federal Luciano Bivar (PE) 13
1 de 1 Entrevista com o atual presidente nacional do União Brasil, deputado federal Luciano Bivar (PE) 13 - Foto: <p> IGO ESTRELA/Metropoles<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O deputado federal Luciano Bivar, ex-presidente do União Brasil, dispara contra a legenda que ajudou a fundar.

Em declaração à coluna, Bivar afirmou que o partido “perde a cada dia sua identidade” e acusou a atual direção de se render a “grupelhos fisiologistas e eleitoreiros no pior sentido da palavra”.

“Um partido sem projeto, sem ideal e sem alma”, resumiu o ex-presidente. A declaração ocorre em meio a insatisfações internas de parlamentares com a federação firmada entre União Brasil e PP

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Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026
Antonio Rueda, presidente do União Brasil
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Antonio Rueda, presidente do União Brasil

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União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026
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União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026

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Segundo Bivar, a federação não passa de um acordo de conveniência, movido por interesses financeiros e por barganhas políticas, especialmente na Câmara dos Deputados.

“Essa federação é meramente de conveniência para um maior caixa, para barganhas, principalmente na Câmara Federal”, afirmou.

O ex-dirigente ainda previu um futuro curto para a união das duas siglas: “A tendência, naturalmente, está fadada a implodir o que ainda não começou”.

A fala acirra os bastidores de um casamento político que já nasceu sob desconfiança. A federação União Progressista tenta se consolidar como uma força de centro-direita para 2026, mas enfrenta resistências internas e disputas por comando nos estados — reflexo direto das críticas de Bivar sobre a perda de rumo e coerência partidária.

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