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Paulo Cappelli

Prefeito do Rio exonera irmão de Brazão, citado no caso Marielle

Prefeito do Rio, Eduardo Paes exonerou, a pedido, Chiquinho Brazão, irmão do conselheiro do TCE Domingos Brazão, citado no caso Marielle

01/02/2024 11:56, atualizado 01/02/2024 12:02
Prefeitura do Rio de Janeiro
Prefeito Brazão Paes Marielle

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes exonerou Chiquinho Brazão da Secretaria Especial de Atenção Comunitária. Ele é irmão de Domingos Brazão, apontado por Ronnie Lessa como mandante do assassinato de Marielle Franco.

Segundo a publicação no Diário Oficial desta quinta-feira (1/2), a exoneração ocorreu a pedido do próprio Chiquinho, que é deputado federal e deve trocar o União Brasil, da base de Paes, pelo Republicanos, partido do ex-prefeito Marcelo Crivella. Domingos Brazão é conselheiro do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ).

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Atuação política ganhou repercussão: Domingos Brazão fez campanha para Dilma em 2014; o irmão Chiquinho, para Bolsonaro em 2022
Ronnie Lessa é réu pelo assassinato da vereadora Marielle Franco
Domingos Brazão foi apontado como mandante do assassinato de Marielle por Ronnie Lessa
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Domingos Brazão foi apontado como mandante do assassinato de Marielle por Ronnie Lessa

Montagem/ Reprodução
Atuação política ganhou repercussão: Domingos Brazão fez campanha para Dilma em 2014; o irmão Chiquinho, para Bolsonaro em 2022
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Atuação política ganhou repercussão: Domingos Brazão fez campanha para Dilma em 2014; o irmão Chiquinho, para Bolsonaro em 2022

Reprodução
Ronnie Lessa é réu pelo assassinato da vereadora Marielle Franco
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Ronnie Lessa é réu pelo assassinato da vereadora Marielle Franco

Reprodução

Em janeiro, a atuação política da família Brazão ganhou destaque nacional após a delação de Lessa ainda não homologada pela Polícia Federal (PF).

O deputado Chiquinho, que até onde se saiba não é implicado no caso, fez campanha pela reeleição de Jair Bolsonaro em 2022. Já o conselheiro do TCE Domingos Brazão, na última eleição em que pôde se manifestar, apoiou a então presidente Dilma Rousseff em 2014.

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Em entrevista exclusiva ao repórter Arthur Guimarães, no Metrópoles, Domingos Brazão negou participação no assassinato de Marielle e disse que a Polícia Federal estava fazendo com que ele “sangrasse”.