Paulo Cappelli

Para Eduardo Bolsonaro, relatório dos EUA é “alerta” ao TSE

Eduardo Bolsonaro afirma que os EUA podem reagir com a aplicação da Lei Magnitsky em ministros do TSE e membros do Judiciário brasileiro

atualizado

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Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro avaliou que o relatório divulgado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos serve de “alerta” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a eventual ocorrência de censura durante as eleições de outubro.

“Tudo isso pode sim gerar consequências reais. Isso tem que ser interpretado como um alerta e o TSE tem que se movimentar para impedir essa censura nas eleições”, afirmou o ex-deputado, em entrevista à coluna.

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Magnitsky

De acordo com Eduardo, uma das consequências pode ser a aplicação da Lei Magnitsky ou a revogação de vistos de entrada nos EUA a ministros do TSE e outras autoridades brasileiras, como ocorreu em 2025, antes do julgamento de Jair Bolsonaro por golpe de Estado, pelo STF.

O retorno da Lei Magnitsky pode ocorrer sim, até porque outras autoridades estavam no processo de serem incluídas na lista de sanções da OFAC, inclusive membros do Judiciário brasileiro. Isso já estava ocorrendo lá atrás. E quando os Estados Unidos suspenderam a Lei Magnitsky para [Alexandre de] Moraes e a sua esposa Viviane Barci de Moraes, ele não o fez declarando-os como não violadores de direitos humanos. Ou seja, todos os ingredientes ainda estão lá”, disse.

“Os relatórios, as agências americanas dando ok, reconhecendo que houve violações de direitos humanos, isso tudo ainda continua dentro dos arquivos das autoridades americanas. Basta uma conveniência política para o Trump, o secretário [de Estado dos EUA, Marco] Rubio e o secretário [do Tesouro dos EUA, Scott] Bessert apertarem novamente o botão e voltar a vigorar a Magnitsky contra essas pessoas”, afirmou Eduardo Bolsonaro.

“O governo Trump pode implementar medidas contra quaisquer autoridades que identifique como sendo protetoras ou iniciadoras dessa censura, que tenham alguma participação em fraude eleitoral”, disse.

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