Paulo Cappelli

Oposição admite discutir dosimetria após decisão contra Bolsonaro

Diante da prisão preventiva de Bolsonaro, oposição já considera discutir a dosimetria da pena aos condenados pelos atos do 8 de Janeiro

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão
1 de 1 Ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Após a decretação da prisão preventiva de Jair Bolsonaro no sábado (22/11), lideranças da oposição passaram a admitir que a pauta da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro pode avançar – diferentemente da posição adotada anteriormente, quando defendiam apenas uma anistia ampla, geral e irrestrita.

Na manhã desta segunda-feira (24/11), o relator da proposta, deputado Paulinho da Força (Solidariedade), conversou com o líder da oposição na Câmara, Zucco (PL), que reconheceu a possibilidade de discutir o tema. Paulinho afirmou que a alternativa da anistia está descartada, porque o STF não a aceitará.

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Zucco, líder da oposição
Sóstenes Cavalcante, líder do PL
Valdemar Costa Neto, presidente do PL
Deputado Paulinho da Força foi o relator do projeto e converteu a proposta de anistia aos condenados pelos atos do 8 de Janeiro em dosimetria das penas
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Deputado Paulinho da Força foi o relator do projeto e converteu a proposta de anistia aos condenados pelos atos do 8 de Janeiro em dosimetria das penas

Breno Esaki/Especial Metrópoles
Zucco, líder da oposição
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Zucco, líder da oposição

Agência Câmara
Sóstenes Cavalcante, líder do PL
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Sóstenes Cavalcante, líder do PL

Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela
Valdemar Costa Neto, presidente do PL
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Valdemar Costa Neto, presidente do PL

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Zucco disse, porém, que ainda precisa convencer o líder do PL, Sóstenes Cavalcante, a apoiar a discussão.

Uma reunião estava marcada para as 14h desta segunda na sede nacional do partido, em Brasília, com a presença do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, para tratar da situação de Bolsonaro.

Procurado, Zucco afirmou que, na conversa com Paulinho, disse ao relator que “precisamos pautar o texto e a ideia, neste momento, é destacar o projeto original”. Ele acrescentou que ainda não aderiu à dosimetria. “Não aceitei a dosimetria pois nem vi o texto”, afirmou.

A coluna apurou que o presidente da Câmara, Hugo Motta, está disposto a levar a proposta de dosimetria ao plenário, desde que haja consenso interno entre os partidos de oposição.

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