Paulo Cappelli

O que motivou a suspensão da Magnitsky contra Moraes

Articulação de Moraes pela dosimetria e recuo do Brasil na regulação de big techs pesaram na decisão dos EUA de suspender a Magnitsky

atualizado

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Diante da suspensão, nesta sexta-feira (12/12), das sanções da Lei Magnitsky impostas ao ministro Alexandre de Moraes (STF) e sua esposa, Viviane Barci, fontes do Itamaraty afirmaram à coluna que a articulação do magistrado em favor do avanço do PL da Dosimetria, somada à decisão do governo brasileiro de recuar na pressão por regras internacionais para big techs, pesou na avaliação da Casa Branca.

A retirada das sanções ocorre após cinco meses de tensões diplomáticas entre Brasília e Washington. Segundo diplomatas consultados pela reportagem, a medida é “resultado da negociação como um todo” e corresponde ao “pleito do Brasil desde o início”.

A sanção imposta a Moraes havia sido interpretada pelo governo brasileiro como um gesto hostil e desproporcional, com potencial de afetar a cooperação bilateral em áreas sensíveis, como segurança e combate à desinformação.

A reversão, portanto, é vista pelo Itamaraty como um movimento para restabelecer um ambiente de confiança entre os dois países. O Ministério das Relações Exteriores avalia que, até janeiro, outras sanções devem ser suspensas — como a restrição de vistos a ministros brasileiros — e também o levantamento das tarifas comerciais remanescentes.

 

 

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