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Paulo Cappelli

No Senado, Castro defende renegociação da dívida do RJ com União

Governador do Rio, Castro tenta assumir o protagonismo do debate sobre a dívida dos Estados

13/08/2024 14:59, atualizado 13/08/2024 15:08
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Igo Estrela/Metropoles
Governador do Rio Claudio Castro (PL) no plenário do Senado Federal - Metrópoles

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), foi a Brasília acompanhar a votação do projeto de renegociação da dívida dos estados no Senado, nesta terça-feira (13/08). Cotado para disputar lugar na Casa em 2026, Castro busca assumir protagonismo na discussão do tema.

Atualmente, o estoque da dívida do Rio de Janeiro é de R$ 196 bilhões, sendo R$ 164 bilhões relativos a débitos com a União e R$ 31 bilhões de contratos garantidos por ela. Em caso de sucesso, a renegociação desse valor, que amarra o Orçamento do estado, pode ser um dos legados de Castro.

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Castro também chegou ao plenário do Senado Federal para discutir a reforma tributária, em novembro de 2023.
Relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB AM), ao lado do governador Rio, Cláudio Castro e senador Romário.
Governador do Rio de Janeiro se encontrou com presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e propôs medidas para tentar combater crime organizado após ataques no estado.
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Governador do Rio de Janeiro se encontrou com presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e propôs medidas para tentar combater crime organizado após ataques no estado.

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Castro também chegou ao plenário do Senado Federal para discutir a reforma tributária, em novembro de 2023.
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Castro também chegou ao plenário do Senado Federal para discutir a reforma tributária, em novembro de 2023.

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Relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB AM), ao lado do governador Rio, Cláudio Castro e senador Romário.
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Relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB AM), ao lado do governador Rio, Cláudio Castro e senador Romário.

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Além do gestor fluminense, os governadores Eduardo Leite (PSDB-RS), Ronaldo Caiado (União-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) também lideraram o debate junto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Castro defendeu que o Rio deve pagar o que deve, mas não pode ficar refém da União. E aponta ainda que, ao longo de décadas, houve a cobrança de juros abusivos pelo Tesouro Nacional, prejudicando a capacidade de investimentos do estado.

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