Lula pede novo empréstimo a banco de Dilma após captar R$ 20 bilhões
Presidente Lula pede ao Senado aval para novo empréstimo em banco presidido por Dilma Rousseff após captar R$ 20 bilhões desde 2023

O presidente Lula encaminhou ao Senado Federal pedido de autorização para contratar nova operação de crédito junto ao New Development Bank (NDB), conhecido como o “Banco do Brics”, instituição presidida pela ex-presidente Dilma Rousseff. Desde o início do atual mandato, o Brasil já contratou cerca de R$ 20 bilhões em financiamentos com o órgão.
De acordo com o documento, os recursos serão destinados ao custeio parcial de um projeto do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com previsão de aporte nos Fundos de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Centro-Oeste (FDCO) e do Nordeste (FDNE).
O NDB é presidido por Dilma desde 2023. Desde então, o governo Lula já contratou cerca de US$ 3,8 bilhões em financiamentos com o banco, o equivalente a aproximadamente R$ 20 bilhões. Desse total, R$ 5 bilhões correspondem a um empréstimo firmado diretamente pela União no mesmo ano, voltado ao financiamento de políticas públicas e ao apoio à recuperação econômica.
Os demais recursos foram obtidos por meio de outras estruturas do setor público. Ainda em 2023, o banco aprovou cerca de R$ 8,5 bilhões em dois empréstimos voltados a projetos sustentáveis, com participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já em 2024, foi autorizado um financiamento de aproximadamente R$ 5,7 bilhões para ações de reconstrução no Rio Grande do Sul após as enchentes.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Receba no seu email as notícias da coluna Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
Ver todasAutorização do Senado
Parte das operações é realizada por bancos públicos ou direcionada a estados e projetos específicos, muitas vezes com garantia da União. Os empréstimos contratados junto ao NDB preveem pagamento ao longo de vários anos, com incidência de juros sobre o saldo devedor.
O valor da nova operação não foi detalhado. A contratação depende de autorização do Senado, conforme exigido para operações de crédito externo firmadas pela União.


















