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Paulo Cappelli

Lula e Alckmin lançam “antídoto” para reagir a Trump

O governo Lula começa nesta terça-feira (15/7) a preparar um “antídoto” para amenizar as taxações anunciadas por Donald Trump

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB)
1 de 1 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) - Foto: <p>Igo Estrela/Metrópoles<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O governo Lula começa nesta terça-feira (15/7) a preparar um “antídoto” para amenizar as taxações anunciadas por Donald Trump a produtos brasileiros, a partir de 1º de agosto.

O presidente publicará no Diário Oficial o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade. Pela manhã, o vice-presidente Geraldo Alckmin se reunirá com representantes do setor industrial para discutir diversificação do mercado consumidor, de modo a reduzir a dependência dos Estados Unidos.

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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente dos EUA, Donald Trump, em montagem
Lula e Trump
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Lula e Trump
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Lula e Trump

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No começo da tarde, às 14h, Alckmin e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, terão agendas com integrantes do setor agropecuário, um dos mais atingidos pela taxações dos Estados Unidos.

Lula deu a Alckmin a missão de diversificar os parceiros comerciais do Brasil. O Palácio do Planalto aposta em acordo comercial do Mercosul com a União Europeia, previsto para ser concluído ainda este ano, e no fortalecimento de parcerias com a Associação Europeia de Livre Comércio, composta por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Ainda há, no entorno de Lula, quem acredite que Trump recuará da alíquota de 55% anunciada a produtos brasileiros, mas, pelo sim pelo não, a diversificação nas parcerias comerciais virou palavra de ordem no Planalto como antídoto à ofensiva norte-americana.

Governo tenta evitar tarifaço

Enquanto o governo Trump não dá início ao tarifaço, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, atua para demover os Estados Unidos de prosseguir com a medida.

Até o momento, contudo, as movimentações do Itamaraty ainda não se mostraram efetivas.

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