Paulo Cappelli

Caso Marielle: federalização defendida por Dino já foi negada pelo STJ

Caso Marielle Franco: federalização defendida pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, já foi negada pelo Superior Tribunal de Justiça em 2020

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), concede entrevista coletiva no Palácio da Justiça - Metrópoles
1 de 1 Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), concede entrevista coletiva no Palácio da Justiça - Metrópoles - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, a federalização da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco foi negada pelo Superior Tribunal de Justiça em 2020. Na ocasião, ela foi requerida pela então PGR, Raquel Dodge.

O STJ alegou não haver indícios de que as instituições do Rio de Janeiro não tivessem capacidade de desvendar a morte de Marielle e de punir os criminosos. Ao recusar o pedido de Dodge, o tribunal argumentou que os inquéritos e diligências em curso apontaram empenho da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio para resolver o caso.

Nesta segunda-feira (03/01), Flávio Dino afirmou:

“É uma questão de honra do Estado brasileiro empreender todos os esforços possíveis e cabíveis. E a Polícia Federal assim atuará para que esse crime seja desvendado. Nós saberemos quem matou Marielle e quem mandou matar.”

Imagem colorida mostra Marielle Franco, vereadora assassinada em março de 2018 - Metrópoles
Marielle Franco foi executada em 14 de março de 2018. Seu motorista, Anderson Gomes, também foi morto

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