Paulo Cappelli

Caça F-35: o avião citado por Eduardo ao abordar crise de Brasil e EUA

Citado por Eduardo Bolsonaro, os caças F-35 são apontadoa como o avião de combate mais avançado já produzido pelos Estados Unidos

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Lockheed Martin
Caça F-35 enviado ao Caribe por Trump
1 de 1 Caça F-35 enviado ao Caribe por Trump - Foto: Lockheed Martin

Citado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL) como possibilidade de uso pelo governo Trump contra o Brasil no futuro, os caças F-35 são apontados como o avião de combate mais avançado já produzido pelos Estados Unidos. Desenvolvido pela Lockheed Martin, a aeronave reúne tecnologia furtiva e sistemas de fusão de sensores, capazes de integrar informações de radares, satélites e inteligência em tempo real.

O resultado, segundo especialistas, é uma visão ampla do campo de batalha, conceito conhecido como “consciência situacional ampliada”. Com velocidade próxima a Mach 1.6 (1,6 vezes a velocidade do som), o F-35 realiza manobras avançadas e atua em ambientes de alta ameaça sem ser facilmente detectado por radares.

Caça F-35: o avião citado por Eduardo ao abordar crise de Brasil e EUA - destaque galeria
3 imagens
Deputado federal Eduardo Bolsonaro
Caça F-35 enviado ao Caribe por Trump
Caças F-35
1 de 3

Caças F-35

Fatih Aktas/Anadolu via Getty Images
Deputado federal Eduardo Bolsonaro
2 de 3

Deputado federal Eduardo Bolsonaro

Vinicius Schmidt/Metropoles
Caça F-35 enviado ao Caribe por Trump
3 de 3

Caça F-35 enviado ao Caribe por Trump

Lockheed Martin

A aeronave pode transportar armamentos de última geração em compartimentos internos, preservando seu perfil furtivo, ou em suportes externos quando a discrição não é necessária. Outra inovação está no capacete de realidade aumentada, que projeta na viseira informações como alvos, mapas e dados de voo, eliminando a necessidade de demais instrumentos.

Com os sensores distribuídos pela fuselagem, o recurso permite ao piloto enxergar através do avião. O F-35 também conta com versões adaptadas para decolagem curta e pouso vertical, utilizadas por fuzileiros navais e porta-aviões, o que amplia sua flexibilidade em operações marítimas.

Cada unidade supera US$ 80 milhões, tornando a aeronave não apenas um símbolo de poder militar, mas também peça central da estratégia de defesa norte-americana no século XXI. O governo de Donald Trump autorizou o envio de dez caças F-35 Lightning II para o Caribe, como parte de uma ofensiva contra o narcotráfico ligado à Venezuela. Segundo comunicados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a operação tem como objetivo reforçar a presença militar na região e combater rotas utilizadas por cartéis latino-americanos.

Eduardo Bolsonaro: “Caças e navios de guerra”

Em entrevista ao Metrópoles, Eduardo Bolsonaro afirmou que futuramente os Estados Unidos podem enviar caças F-35 e navios de guerra ao Brasil: “Se o regime brasileiro for consolidado e tiver uma evolução igual à da Venezuela, com eleições que não são nada transparentes, sem a ampla participação da oposição, regado a censura e prisões políticas, no Brasil pode perfeitamente no futuro ser necessária a vinda de caças F-35 e de navios de guerra, porque é o atual estágio da Venezuela”, disse.

A declaração ocorreu após a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarar que os Estados Unidos podem usar o poder militar para garantir a liberdade de expressão no Brasil, ao ser questionada sobre a condenação de Jair Bolsonaro pelo STF. Ao abordar a questão, Lula afirmou que “não cabe a presidente da República responder a porta-voz”.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comPaulo Cappelli

Você quer ficar por dentro da coluna Paulo Cappelli e receber notificações em tempo real?