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Paulo Cappelli

Aliados de Bolsonaro contestam uso de tornozeleira por ex-seguranças

Alvos de operação em maio de 2023, assessores de Bolsonaro investigados por fraude em cartão de vacinação ainda cumprem medidas cautelares

29/04/2024 05:00
Igo Estrela/Metrópoles
ex-deputado Federal Daniel Silveira (PTB-RJ) saindo da Superintendencia da Policia Federal após colocar tornozeleira eletrônica - Metrópoles

Aliados de Bolsonaro contestam medidas cautelares ainda impostas a Max Guilherme e Sérgio Cordeiro, assessores que atuavam como seguranças do ex-presidente. A dupla chegou a ser presa preventivamente, em maio de 2023, por suspeita de fraudes em cartões de vacinação e até hoje é obrigada a seguir determinações como o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de usar redes sociais e de entrar em contato com outros investigados.

A ponderação feita por aliados do ex-presidente é que Max e Cordeiro só teriam participado de viagens internacionais ao lado de Bolsonaro em 2022, quando o pico de infecções por Covid-19 havia passado.

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Jair Bolsonaro e Max Guilherme. Segurança do ex-presidente chegou a ser preso preventivamente por Moraes
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Max Guilherme, segurança de Bolsonaro
Sérgio Cordeiro, ex-assessor e segurança de Bolsonaro
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Sérgio Cordeiro, ex-assessor e segurança de Bolsonaro

LinkedIn/Reprodução
Jair Bolsonaro e Max Guilherme. Segurança do ex-presidente chegou a ser preso preventivamente por Moraes
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Jair Bolsonaro e Max Guilherme. Segurança do ex-presidente chegou a ser preso preventivamente por Moraes

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Breno Esaki/Metrópoles
Max Guilherme, segurança de Bolsonaro
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Max Guilherme, segurança de Bolsonaro

Reprodução

A situação, na ótica desses aliados de Bolsonaro, difere da de Mauro Cid, que teria acompanhado o então presidente durante a pandemia e se beneficiado da adulteração. Max Guilherme e Sérgio Cordeiro foram presos em maio de 2023 e soltos quatro meses depois.

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O ministro Alexandre de Moraes condicionou a soltura ao cumprimento das medidas cautelares.

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