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Paulo Cappelli

A segunda opção de Lula para Minas Gerais em 2026

Lula sinaliza a aliados que Tadeu Martins Leite pode ser alternativa ao governo de Minas diante da indefinição de Rodrigo Pacheco para 2026

12/12/2025 06:50, atualizado 12/12/2025 10:42
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Lula

Diante da indefinição do senador Rodrigo Pacheco (PSD) sobre disputar o governo de Minas Gerais em 2026, Lula sinalizou a aliados a possibilidade de apoiar o presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Martins Leite (MDB), como alternativa. O parlamentar está em sua quarta legislatura consecutiva como deputado estadual.

O PT ainda busca convencer Pacheco a entrar na disputa pelo Palácio da Liberdade. Lula telefonou ao senador nesta semana e, segundo interlocutores, avaliou que há pouca disposição de sua parte.

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O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
Presidente Lula
Presidente de ALGM, Tadeu Martins Leite (MDB)
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Presidente de ALGM, Tadeu Martins Leite (MDB)

ALGM / Divulgação
O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
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O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula
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Presidente Lula

Divulgação/YouTube Lula

“O presidente Lula insistiu muito para que o Rodrigo Pacheco fosse o nosso líder da disputa em Minas. Mas sinto que essa hipótese, neste momento, está afastada”, afirmou o presidente do PT, Edinho Silva, à coluna.

Publicamente, Lula sustenta que Pacheco é “o mais talhado” para assumir a disputa no estado e teria o apoio do governo federal.

Maior colégio eleitoral do país

Minas Gerais é considerado estratégico para a eleição presidencial de 2026, por ser o segundo maior colégio eleitoral do país e historicamente decisivo em pleitos nacionais.

No plano estadual, a ausência de um nome competitivo do PT levou o partido a buscar alianças amplas para enfrentar a base do governador Romeu Zema (Novo), que articula a formação de um grupo sucessório, embora ainda não tenha oficializado seu candidato.

Pacheco vinha sendo tratado como opção de consenso entre PT e PSD devido à sua atuação institucional e relação estável com o Palácio do Planalto. No entanto, aliados afirmam que ele avalia permanecer no Senado e evitar disputa estadual marcada por forte polarização e alto risco eleitoral — movimento que ajuda a explicar a avaliação negativa de Lula quanto à viabilidade de sua candidatura nesta semana.

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