Paulo Cappelli

A reação do líder do PL à retirada da Magnitsky contra Moraes

Deputado afirma que medida dos EUA expôs abusos de poder no Brasil e defende restauração do equilíbrio entre instituições

atualizado

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Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) - Metrópoles
1 de 1 Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) - Metrópoles - Foto: Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela

Líder do PL na Câmara, o deputado Sóstenes Cavalcante comentou a retirada das sanções da Lei Magnitsky sobre o ministro Alexandre de Moraes (STF) e sua esposa, Viviane Barci, nesta sexta-feira (12/12).

Em postagem no X (antigo Twitter), Sóstenes afirmou que a aplicação da norma havia aberto “uma janela histórica” para o país e criticou o que descreveu como concentrações de poder internas.

A aplicação da Lei Magnitsky pelo presidente Donald Trump abriu uma janela histórica para o Brasil. Pela primeira vez, o mundo reage de forma concreta aos abusos de quem hoje concentra poder além dos limites constitucionais.

Isso não é ingerência externa. É consequência. Quando as instituições internas falham em conter excessos, o sistema internacional reage.

Agora, resta a nós, brasileiros, fazer a nossa parte: restaurar o equilíbrio entre os Poderes e resgatar uma democracia corroída por decisões unilaterais e sem freios.

Não se trata de vingança, nem de nomes. Trata-se de Constituição, limites institucionais e Estado de Direito. Ou o Brasil reage agora, ou normaliza o autoritarismo togado.

‘Ai dos que decretam leis injustas e dos escrivães que prescrevem opressão.’ (Isaías 10:1)

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