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Mirelle Pinheiro

Vídeo de “Professor” do CV cantando louvor viraliza após morte. Veja

O integrante da alta cúpula do CV no RJ morreu nesse domingo (1º/6) após ser baleado na cabeça

, 02/06/2025 10:26, atualizado 02/06/2025 11:55
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Reprodução
Vídeo de “Professor” do CV cantando louvor viraliza após morte. Veja

O traficante Fhillip da Silva Gregório — considerado um dos líderes do Comando Vermelho (CV) e conhecido como “Professor” dentro do núcleo criminoso — morto na noite desse domingo (1º/6), no Rio de Janeiro, após ser baleado na cabeça, tinha como hobby cantar hinos cristãos.

Após a notícia de sua morte ser compartilhada nas redes sociais, vídeos em que o professor aparece tocando violão e cantando músicas religiosas passaram a viralizar.

Veja:

Professor era um dos principais nomes da alta cúpula do CV e estava foragido desde 2018, quando escapou do sistema prisional. Com 65 anotações criminais, era investigado por tráfico internacional de armas e drogas.

A morte

Segundo a Polícia Militar do Rj, professor foi levado, na noite desse domingo, gravemente ferido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Del Castilho, na Zona Norte da cidade. Ele, no entanto, já chegou sem vida à unidade.

A identidade do traficante foi confirmada por sua companheira e pelo advogado que o acompanhavam.

A morte de professor ocorre enquanto ele era alvo de apurações da Polícia Federal por ligações com fornecedores estrangeiros e contatos com agentes públicos.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação se o caso se trata de uma execução por rivais, confronto com forças de segurança, ou outra motivação.

Possível crime

Apesar das apurações ainda estarem em andamento, surgiram relatos de que a morte pode ter sido motivada por uma briga de casal. Segundo informações preliminares, a companheira do traficante teria discutido com ele.

Nesta segunda-feira (2/6), a mulher se apresentou à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e afirmou que ele cometeu suicídio. Ela entregou a arma que teria sido usada pelo criminoso.

A versão ainda está sob análise das autoridades. A polícia mantém outras linhas de investigação abertas, incluindo um possível acerto de contas interno ou atuação de rivais da facção.