
Mirelle PinheiroColunas

“Não bate, espanca”: marca fake de anabolizantes é alvo da polícia
Três pessoas foram presas na operação Dead Shark, deflagrada nesta terça-feira (5/8) no Rio de Janeiro e em São Paulo
atualizado
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A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu temporariamente, nesta terça-feira (5/8), três pessoas no âmbito da operação Dead Shark. Os presos são suspeitos de integrar uma organização criminosa autodenominada “Redshark” voltada à fabricação e comercialização clandestina de anabolizantes em larga escala.
Os presos foram identificados como Pedro Augusto R de Figueiredo Soares, Jéssica Siqueira Marinho de Carvalho e Vanderlei Rogério Valeverde.
As investigações apontam que a rede criminosa está em atividade há pelo menos cinco anos, operando por meio de laboratórios underground e rede logística estruturada.
Além das prisões, os policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DER) cumpriram seis mandados de busca e apreensão.
No decorrer da diligência foram apreendidos nos imóveis dos alvos: medicamentos anabolizantes/emagrecedores; telefones celulares e notebook.
Além disso, um indivíduo que não era alvo da operação, identificado como Jorge Luiz Andrade C Junior foi preso em flagrante delito também pelo crime previsto no Artigo 273 do Código Penal, que refere-se aos crimes contra a saúde pública relacionados à falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.
A ação policial foi realizada simultaneamente em 12 estados do país para cumprimento de 117 mandados judiciais, sendo 85 de busca e apreensão e 32 de prisão temporária.
Os presos foram conduzidos para esta especializada para adoção das medidas pertinentes.
Cumpridas as demais formalidades de praxe, os acusados serão encaminhados ao sistema penitenciário, onde ficarão à disposição do Poder Judiciário.
