Mirelle Pinheiro

Suspeita de ligação com PCC, Deolane vai para prisão no interior de SP

A advogada e influenciadora foi presa nesta quinta-feira (22/5), em Alphaville (SP)

atualizado

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Equipe de Deolane fala em "medidas desproporcionais" da Justiça - Metrópoles
1 de 1 Equipe de Deolane fala em "medidas desproporcionais" da Justiça - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

Presa nessa quinta-feira (21/5) em operação deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo, a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra (foto em destaque) foi transferida nesta sexta-feira (22) para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, localizada no interior de São Paulo (SP).

Deolane foi presa em Alphaville, na Grande São Paulo, durante a operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Além de Deolane, também foram alvos da operação Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, o irmão dele, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.
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Carros da influenciadora foram apreendidos
Ela também teve R$ 27 milhões bloqueados por determinação da Justiça
Deolane Bezerra é suspeita de lavar dinheiro para o PCC
Marcola também foi alvo da operação
Deolane Bezerra
Deolane Bezerra foi presa pela segunda vez
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Deolane Bezerra foi presa pela segunda vez

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Carros da influenciadora foram apreendidos
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Carros da influenciadora foram apreendidos

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Ela também teve R$ 27 milhões bloqueados por determinação da Justiça
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Ela também teve R$ 27 milhões bloqueados por determinação da Justiça

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Deolane Bezerra é suspeita de lavar dinheiro para o PCC
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Deolane Bezerra é suspeita de lavar dinheiro para o PCC

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Marcola também foi alvo da operação
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Marcola também foi alvo da operação

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Deolane Bezerra
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Deolane Bezerra

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Lavagem de dinheiro

As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.

Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021. A análise identificou dezenas de transferências fracionadas destinadas às contas da influenciadora, incluindo repasses que, somados, chegaram perto de R$ 700 mil. Parte do dinheiro teria sido enviada por um homem da Bahia que recebe salário mínimo e é suspeito de atuar como “laranja” no esquema.

Segundo o Ministério Público, os valores recebidos não teriam sido declarados formalmente. A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora.

Além dos bloqueios financeiros, a operação determinou a apreensão de 39 veículos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões. Ao todo, os bloqueios patrimoniais determinados pela Justiça ultrapassam R$ 357 milhões.

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