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Mirelle Pinheiro

Sessão de terror: homem dá socos, chineladas e abusa da companheira

De acordo com a Polícia Civil do PR, ela foi mantida em cárcere e torturada por 12 horas. Os crimes teriam sido motivados por ciúmes

atualizado

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Arquivo/Agência Brasil
Proposta obriga universidades públicas e privadas a adotar medidas de prevenção, acolhimento e apuração de casos de violência contra mulher
1 de 1 Proposta obriga universidades públicas e privadas a adotar medidas de prevenção, acolhimento e apuração de casos de violência contra mulher - Foto: Arquivo/Agência Brasil

Um homem de 34 anos foi preso pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), suspeito de submeter a companheira a sessões de tortura, cárcere privado e de tentar matá-la. A prisão ocorreu na quinta-feira (11/12), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele também foi autuado em flagrante por posse irregular de munição e de anabolizantes.

De acordo com as investigações, a vítima, de 24 anos, procurou uma unidade policial após sofrer agressões no dia 7 de dezembro deste ano.

Ela relatou que, na ocasião, foi mantida em cárcere privado e torturada por cerca de 12 horas, sendo alvo de socos, chutes, puxões de cabelo, chineladas, injúrias e ameaças de morte. As agressões só cessaram quando ela conseguiu fugir da residência.

Agressões contínuas

Antes desse episódio, nos dias 3 e 4 de dezembro, a mulher também teria sido agredida. Em uma das ocorrências, teve a cabeça golpeada contra um espelho, o que lhe causou perda temporária da visão e da audição do lado direito.

A vítima ainda informou que, em 11 de novembro, já havia sido submetida a outro episódio de tortura e ameaças praticado pelo suspeito. Na ocasião, também foi vítima de abuso sexual e teve todo o seu material de trabalho destruído.

Segundo o relato, os atos eram motivados por ciúmes, e a vítima era obrigada a pedir permissão ao agressor para publicar fotos ou vídeos em suas redes sociais.

“Trabalhamos diariamente para responsabilizar autores de violência contra a mulher. Este caso demonstra a importância das denúncias e o empenho da nossa equipe em interromper ciclos de agressão e proteger as vítimas”, destacou o delegado da PCPR Lucas Maia.

Diante dos fatos, a PCPR representou pela prisão preventiva, que foi autorizada pela Justiça. No momento da prisão, os policiais localizaram anabolizantes e munições de arma de fogo, o que motivou a autuação em flagrante.

O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário.

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