Mirelle Pinheiro

Sem respostas: família diz que jovem sumiu no RJ sem deixar rastros

Jean Carlos Torres está desaparecido desde 24 de outubro, quando foi visto pela última vez em Areinha, em Rio das Pedras (RJ)

atualizado

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Material cedido ao Meterópoles
Jean – desaparecido no RJ
1 de 1 Jean – desaparecido no RJ - Foto: Material cedido ao Meterópoles

Já faz um mês que a família do adolescente de 16 anos Jean Carlos dos Santos Torres (foto em destaque) está sem notícias do paradeiro do menino. Ele foi visto pela última vez na noite de 24 de outubro, após entregar uma motocicleta na comunidade Areinha, em Rio das Pedras (RJ).

Jean trabalhava em um lava a jato localizado na região, onde também morava com a mãe e um irmão mais novo, há cerca de cinco anos. Naquele dia, ele saiu de casa por volta das 20h, vestindo uma bermuda cinza e uma camiseta preta.

Uma tia do adolescente relatou o sofrimento da família à coluna: “Nunca tivemos notícias. Ninguém sabe de nada. A mãe dele está procurando praticamente sozinha”, indignou-se.

De acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, a mãe chegou a receber notícias de que Jean poderia estar em um prédio abandonado, ela teria repassado a informação à polícia, que pediu para que ela não fosse ao local, pois eles visitariam o endereço. Contudo, de acordo com o relato da tia, ninguém nunca foi ao local.

A mãe de Jean preferiu deixar a residência onde morava com o menino e segue vivendo com a angústia de não saber se o adolescente está vivo.

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A família está há um mês sem respostas
Ele foi visto pela última vez na noite de uma sexta (24/10)
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Ele foi visto pela última vez na noite de uma sexta (24/10)

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A família está há um mês sem respostas
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A família está há um mês sem respostas

Reprodução / PCERJ

O desaparecimento

Segundo familiares, o menino trabalhava em um lava a jato e, conforme relatado pelo proprietário do estabelecimento à mãe de Jean, deixou o local por volta das 22h do dia 24 de outubro para entregar a motocicleta de um cliente, morador da mesma comunidade. O dono do veículo foi a última pessoa a ter contato com o jovem.

O expediente de Jean era das 19h às 21h, mas, de acordo com a mãe, ele costumava ficar depois do horário para ganhar quantias extras. O adolescente costumava usar os valores para ajudar nas despesas de casa.

Questionamentos

Uma prima de Jean, que preferiu não se identificar, contou à coluna que o proprietário da moto relatou que o menino estava aparentemente bem e que o orientou a ir para casa. “Ele disse que falou assim: ‘Filho, vai pra casa que já tá tarde’. E aí, esse homem usou um linguajar que o Jean não falava. Disse que ele respondeu: ‘Pois tá, pai, eu vou para casa’, sendo que o Jean não usava esse jeito de falar”, refletiu a mulher.

A família diz não ter ideia do que pode ter acontecido com Jean. Segundo os parentes, ele nunca usou substâncias ilícitas, não tinha relacionamento amoroso e não costumava sair de casa — apenas para ir ao trabalho.

Qualquer informação sobre o paradeiro do adolescente pode ser repassada ao Disque Denúncia, pelo número (21) 2253-1177, ou diretamente à família, pelo telefone (98) 8178-1685.

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