Mirelle Pinheiro

Saiba quem é o trader que deu golpe milionário em 300 pessoas

Investigações do Gaeco do MPPI apontam que os prejuízos causados pelos golpes são estimados em R$ 100 milhões

atualizado

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Reprodução/Onstagram
Trader golpista
1 de 1 Trader golpista - Foto: Reprodução/Onstagram

O homem investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Piauí (MPPI) por supostamente lesar cerca de 300 pessoas, por meio de golpes financeiros, é Francisco das Chagas Chaves da Silva (foto em destaque).

Conhecido como Chico, ele é suspeito de causar prejuízo que alcança a marca de R$ 100 milhões, tendo feito vítimas no Piauí (PI) e no Maranhão (MA).

Na região de Teresina (PI) e Timon (MA), ele era conhecido por ser empresário, tendo aberto, inclusive, uma loja em um shopping do município piauiense.

Além disso, mantinha contato com empresários e produtores por ser organizador de eventos como o “Pagode do Chico”.

Prejuízo milionário

De acordo com informações já colhidas na investigação, a empresa, representada por Francisco das Chagas, realizava operações de valores mobiliários na Bolsa de Valores do Brasil – B3 com o capital das vítimas e prometia rendimentos de até 10% mensais do valor investido.

Em 2025, porém, a referida empresa parou de pagar os rendimentos dos investimentos e o seu representante desapareceu, deixando as vítimas no prejuízo que chega a cifras milionárias. Estima-se que mais de 300 pessoas foram vítimas do esquema em diversas regiões do Piauí e Maranhão.

O material apreendido será analisado por equipes do Gaeco/MPPI e da Polícia Civil do Piauí.

Na mira dos investigadores

O  Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Piauí (MPPI) deflagrou, nesta quinta-feira (18/9), uma ofensiva contra o suspeito.

Sete mandados de busca e apreensão, sendo cinco em Teresina e dois em Timon, no Maranhão, foram cumpridos, com o apoio da Polícia Civil do Piauí (PCPI), durante a deflagração da operação batizada de “Extrema Confiança”.

Na ação,  foram apreendidos documentos, pendrives e aparelhos celulares nas residências de pessoas relacionadas à empresa Xtreme, que atua na execução de serviços financeiros na Bolsa de Valores.

O trabalho contou com o apoio da Polícia Militar do Piauí, por meio da Diretoria de Inteligência e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Choque, do Ministério Público do Maranhão, por meio do Gaeco, da Polícia Civil e da Polícia Militar do Maranhão.

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Prejuízo causado pelos golpes chegam a E$ 100 milhões
Ele é conhecido como Chico
O homem foi alvo de operação nesra quinta (18/9)
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O homem foi alvo de operação nesra quinta (18/9)

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Prejuízo causado pelos golpes chegam a E$ 100 milhões

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Ele é conhecido como Chico
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Ele é conhecido como Chico

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O nome Extrema Confiança faz alusão à relação de confiança entre as vítimas e a empresa.

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