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Mirelle Pinheiro

RJ: polícia elimina bandido do CV que se vangloriou por matar policial. Veja vídeo

Ele era considerado um criminoso de alta periculosidade dentro da estrutura do Comando Vermelho (CV)

21/11/2025 07:40, atualizado 21/11/2025 11:03
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Reprodução/Redes sociais
Luiz Felipe Honorato Romão, o "Mangabinha", era integrante do Comando Vermelho e atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, onde exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas

A Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira (21/11), uma operação na Cidade de Deus que resultou na neutralização de Luiz Felipe Honorato Romão (foto em destaque), o Mangabinha, apontado como um dos responsáveis pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, assassinado em maio durante ação da corporação.

Segundo a Polícia Civil, Mangabinha reagiu à tentativa de captura e atacou os agentes, dando início a um confronto.

Ele era considerado um criminoso de alta periculosidade dentro da estrutura do Comando Vermelho (CV) e atuava entre as regiões conhecidas como Karatê e 13, exercendo a função de soldado do tráfico e integrando o esquema de segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas.

Foragido do sistema prisional, Mangabinha costumava publicar nas redes sociais imagens ostentando fuzis, granadas, rádios comunicadores e mensagens incitando violência armada contra policiais.

Contra ele, pesavam cinco anotações criminais por associação para o tráfico, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e resistência, além de dois mandados de prisão em aberto: um por evasão e outro pelo homicídio do policial da CORE.

A Polícia Civil destacou que Mangabinha havia se vangloriado publicamente, há cerca de seis meses, por ter participado dos ataques à equipe da Core, ocasião em que o agente José Antônio Lourenço Junior foi morto.

Outros dois envolvidos na morte do policial também já haviam sido neutralizados: Gabriel Gomes da Costa, o Ratomen, gerente do tráfico na Cidade de Deus, e Ygor Freitas de Andrade, o Matuê, chefe do tráfico na Gardênia Azul.

Segundo a corporação, as identificações e decretos de prisão foram resultado direto do trabalho investigativo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que comprovou de forma técnica e detalhada a participação dos três criminosos no ataque.