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Mirelle Pinheiro

Quem era o traficante fuzilado e confundido com a “Japinha do CV”

O homem, que tinha 22 anos, era da Bahia e respondia por porte ilegal de arma de fogo e roubo

04/11/2025 12:45, atualizado 05/11/2025 17:46
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Material cedido ao Metrópoles
Quem era o traficante fuzilado e confundido com a “Japinha do CV”

Rio de Janeiro — O traficante que morreu com um tiro na cabeça durante a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) e acabou sendo confundido com a jovem apelidada de “Japinha do CV” era Ricardo Aquino dos Santos (foto em destaque).

A coluna apurou, com exclusividade, que o homem tinha 22 anos e era natural de Feira de Santana, município localizado na Bahia (BA).

Ricardo era procurado pela polícia e tinha dois mandados de prisão ativos em seu nome. Ele respondia por porte ilegal de arma de fogo e roubo.

Foto do corpo viralizou na web

Quando foi cercado pelos policiais que deflagravam a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no último dia 28, Ricardo teria disparado contra os investigadores.

No confronto, ele acabou atingido por um tiro de fuzil, que dilacerou sua cabeça e dificultou o reconhecimento inicial do corpo.

A foto do cadáver viralizou na internet e passou a ser compartilhada com legendas que afirmavam que o corpo pertencia à jovem conhecida como “Japinha do CV”, cujo nome verdadeiro ainda não foi divulgado.

Quem era o traficante fuzilado e confundido com a “Japinha do CV” - destaque galeria
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O nome verdadeiro da jovem não foi divulgado
O corpo foi apontado como sendo de Japinha do CV
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O corpo foi apontado como sendo de Japinha do CV

Material cedido ao Metrópoles
O nome verdadeiro da jovem não foi divulgado
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O nome verdadeiro da jovem não foi divulgado

Reprodução / Redes sociais

Mais da metade dos mortos eram de fora do estado

A identificação dos criminosos mortos na ação revelou que 95% deles tinham relação comprovada com o Comando Vermelho.

Dos identificados, 62 eram naturais de outros estados, 59 contavam com mandados de prisão pendentes e pelo menos 97 tinham relevante histórico criminal. Dos demais, 12 apresentam indícios de participação no tráfico em suas redes sociais.

Segundo a PCERJ, os dados demonstram que ao menos 109 tinham relação direta com a facção.

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