Mirelle Pinheiro

Quem era Jiló dos Prazeres, chefe do CV “sanguinário” morto no Rio. Veja vídeo

Claudio dos Santos tinha 135 anotações criminais, tendo promovido sequestros, roubos e participado da morte de um turista italiano

atualizado

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Divulgação/Disque-Denúncia
Jiló dos Prazeres
1 de 1 Jiló dos Prazeres - Foto: Divulgação/Disque-Denúncia

Morto em operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o traficante Cláudio Augusto dos Santos (foto em destaque), de 55 anos, conhecido como Jiló dos Prazeres, tinha uma extensa ficha criminal e foi classificado pelo atual secretário de Estado de PM e comandante-geral da corporação, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, como “sanguinário”. Ele era chefe do Comando Vermelho (CV) no Morro dos Prazeres.

 

Jiló era considerado um dos líderes mais “experientes” da facção criminosa. Com 135 anotações criminais,ele respondia por homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas.

Seu nome aparecia envolvido em registros criminais pelo menos desde 1990. Havia oito mandados de prisão em aberto contra o criminoso.

Ao anunciar a morte, o chefe da PM descreveu o criminoso como uma “liderança sanguinária e violenta, responsável por diversas ações criminosas na área do centro e Zona Sul da cidade.”

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Jiló era dono de uma extensa ficha criminal
O veículo foi incendiado por integrantes do CV
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O veículo foi incendiado por integrantes do CV

Reprodução/X
Jiló era dono de uma extensa ficha criminal
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Jiló era dono de uma extensa ficha criminal

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Morte de turista

Informações da polícia apontam que Jiló é um dos criminosos envolvidos na morte de um turista italiano. Roberto Bardella, de 52 anos, foi assassinado em dezembro de 2016 ao entrar na comunidade por engano.

À época da morte do italiano, Jiló havia deixado a prisão há apenas 30 dias.

Em 2018, Jiló apareceu em uma investigação como chefe do tráfico na Rua do Lavradio.

Já em 2024, uma operação da Polícia Civil apreendeu cinco toneladas de drogas na comunidade do Fallet, em Santa Teresa, que pertenceriam ao grupo do qual Jiló fazia parte

Terror no Rio

Na manhã desta quarta-feira (18/3), um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, próximo ao acesso ao Túnel Rebouças, na região central do Rio, por traficantes do CV. O veículo foi destruído pouco depois da morte de Jiló dos Prazeres.

Além de Jiló, outras sete pessoas morreram na ação,  que é um desdobramento de uma operação realizada nessa terça (17), quando foram expedidos 28 mandados de prisão contra integrantes do grupo.

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