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Mirelle Pinheiro

“Professor" do CV era operado sem anestesia por medo de prisão. Veja

O traficante teria montado uma clínica de estética clandestina, onde era submetido a diversos procedimentos sem estar anestesiado

02/06/2025 11:53, atualizado 02/06/2025 14:29
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“Professor” do CV era operado sem anestesia por medo de prisão. Veja

Vaidoso, mesmo foragido, o traficante Fhillip da Silva Gregório, morto nesse domingo (1°/6) com um tiro na cabeça, passou por diversos procedimentos estéticos.

Conhecido como “Professor do CV”, o criminoso montou uma clínica clandestina de procedimentos e foi submetido a diversas cirurgias.

Boatos apontam que o chefão não aceitava ser anestesiado durante os procedimentos. Ele tinha medo de ser morto ou levado à polícia enquanto estivesse desacordado.

No local, ele teria passado por procedimentos de lipoaspiração, implante capilar e clareamento dentário, entre outros.

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Vídeos veiculados pelo R7 mostram o traficante sendo submetido às intervenções enquanto está acordado.

Veja:

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Ficha extensa

Fhillip estava envolvido no mundo do crime há mais de 10 anos e foragido há, pelo menos, seis. Em sua ficha criminal, ele colecionava cerca de 67 anotações.

Professor era procurado por ser apontado como o responsável pelo transporte e aquisição de armas, drogas e munição para a quadrilha do Complexo do Alemão, tendo contatos no Paraguai, Peru, Bolívia e Colômbia.

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Ele foi beleado na cabeça
O homem era procurado desde 2018
Fhillip da Silva Gregório, conhecido como Professor
Apesar de ser um traficante, o homem gostava de cantar hinos cristãos
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Apesar de ser um traficante, o homem gostava de cantar hinos cristãos

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O homem era procurado desde 2018
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O homem era procurado desde 2018

Fhillip da Silva Gregório, conhecido como Professor
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Fhillip da Silva Gregório, conhecido como Professor

Investigação

Segundo a Polícia Militar do RJ, Professor foi levado, na noite desse domingo (1º), gravemente ferido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Del Castilho, na Zona Norte da cidade. Ele, no entanto, já chegou sem vida à unidade.

A identidade do traficante foi confirmada por sua companheira e pelo advogado que o acompanhavam.

A  morte do professor ocorreu enquanto ele era alvo de apurações da Polícia Federal por ligações com fornecedores estrangeiros e contatos com agentes públicos.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação se o caso se trata de uma execução por rivais, confronto com forças de segurança, ou outra motivação.

Apesar das apurações ainda estarem em andamento, surgiram relatos de que a morte pode ter sido motivada por uma briga de casal. Segundo informações preliminares, a companheira do traficante teria discutido com ele.

A versão ainda está sob análise das autoridades. A polícia mantém outras linhas de investigação abertas, incluindo um possível acerto de contas interno ou atuação de rivais da facção.

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