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Mirelle Pinheiro

Celular é achado escondido em livros na cela do ex-vereador Jairinho

A Corregedoria-Geral da Seppen vai instaurar processo disciplinar para apurar os fatos e Jairinho será colocado em isolamento

01/07/2026 19:08, atualizado 01/07/2026 20:06
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Material cedido ao Metrópoles
Celular é achado escondido em livros na cela do ex-vereador Jairinho

Um aparelho celular foi encontrado nesta quarta-feira (1º/7) na cela onde está preso Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Jairinho (foto em destaque), no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro (RJ). Ele foi condenado, em junho deste ano, pela morte do menino Henry Borel.

A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) informou que o dispositivo foi achado após equipes realizarem varredura no espaço. Os agentes encontraram o aparelho em meio a livros.

A Corregedoria-Geral da Seppen vai instaurar processo disciplinar para apurar os fatos, tanto no que diz respeito ao preso quanto aos servidores que atuam na unidade. Jairinho será colocado em isolamento.

Celular é achado escondido em livros na cela do ex-vereador Jairinho - destaque galeria
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Jairinho foi condenado pela morte de Henry
Monique Medeiros e Jairinho em júri
O celular foi encontrado durante uma varredura
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O celular foi encontrado durante uma varredura

Material cedido ao Metrópoles
Jairinho foi condenado pela morte de Henry
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Jairinho foi condenado pela morte de Henry

Aline Massuca/Metrópoles
Monique Medeiros e Jairinho em júri
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Monique Medeiros e Jairinho em júri

Aline Massuca/Metrópoles

A instituição reforçou, em nota, que mantém fiscalização constante nas unidades prisionais, atuando para impedir a entrada e circulação de itens proibidos e garantir a segurança no sistema prisional fluminense.

A ocorrência está em andamento e será apresentada à 34ª DP (Bangu).

Preso e condenado

Acusado pela morte de Henry Borel, o ex-vereador foi declarado culpado, em junho deste ano, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, prática de tortura e coação no curso do processo.

A mãe do menino, Monique Medeiros, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ela também foi condenada por omissão em relação às torturas sofridas pelo filho.

A decisão foi divulgada na madrugada de 4 de junho, ao fim do 10° dia de julgamento.