Mirelle Pinheiro

PM foragido por morte de advogado atuava na inteligência da corporação

Heron era lotado no setor de inteligência da Força Tática e recebe um salário mensal de R$ 11.666,27, segundo o Portal da Transparência

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O 3º sargento da Polícia Militar, Heron Teixeira Pena Vieira, está foragido após ter sua prisão decretada pela Justiça por envolvimento no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, ocorrido em 5 de julho de 2024, em Cuiabá. Heron era lotado no setor de inteligência da Força Tática e recebe um salário mensal de R$ 11.666,27, segundo o Portal da Transparência.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou nessa quinta-feira (6/3) a Operação Office Crime – A Outra Face, que resultou na prisão de quatro militares e de Alex Roberto de Queiroz Silva, apontado como o executor do crime. No entanto, Heron fugiu antes da chegada dos agentes, informando que “ia pescar”, segundo relatos.

A investigação revelou que o assassinato de Renato Nery teve como motivação uma disputa de terras. O advogado foi baleado na porta de seu escritório e chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

A polícia identificou a rota de fuga do atirador, bem como a motocicleta usada no crime, que foi apreendida. Além disso, os agentes confiscaram a arma de fogo utilizada na execução.

Entre os policiais militares presos estão:
• Soldado PM Wekcerlly Benevides de Oliveira
• Cabo PM Wailson Alessandro Medeiros Ramos
• 3º Sargento Leandro Cardoso
• 3º Sargento Heron Teixeira Pena Vieira (foragido)
• Alex Roberto de Queiroz Silva (executor do crime, não policial)

Heron também foi investigado na Operação Simulacrum, que apurou a atuação de mais de 60 policiais militares em execuções disfarçadas de confrontos, resultando em 24 mortes. O Ministério Público o denunciou por envolvimento nesses crimes.

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Policiais militares são presos por envolvimento em morte de advogado
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A Polícia Militar afirmou que sua Corregedoria-Geral está acompanhando o caso e reforçou que não compactua com crimes dentro ou fora da corporação.

Já a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros (ACS-MT) declarou que acompanha as investigações e está oferecendo suporte jurídico aos militares detidos.

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