Mirelle Pinheiro

PF prende três criminosos que fugiram do Brasil para outros países

Os três tinham o nome exposto na lista da Difusão Vermelha da Interpol. Eles são condenados por diferentes crimes

atualizado

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PF/Divulgação
Servidor é preso pela PF com R$ 800 mil e movimentar R$ 66 milhões
1 de 1 Servidor é preso pela PF com R$ 800 mil e movimentar R$ 66 milhões - Foto: PF/Divulgação

Em uma semana, a Polícia Federal (PF) participou da captura de três foragidos da Justiça de Santa Catarina que estavam vivendo fora do Brasil. Eles foram detidos em ações de cooperação internacional com apoio da Interpol.

O primeiro preso foi detido em Portugal no último dia 10. Natural de Blumenau (SC), o homem de 29 anos foi condenado, em 2022, a seis anos e cinco meses de prisão, em regime fechado, pelo crime de roubo cometido em 2017.

O nome dele havia sido incluído na Lista de Difusão Vermelha da Interpol em setembro deste ano. O homem permanece preso em território português, aguardando os trâmites de extradição para o Brasil.

O segundo caso envolve um homem de 31 anos, natural da Argentina, investigado por estupro de vulnerável, crime que teria ocorrido entre março e abril deste ano, no município de Vidal Ramos (SC).

Com mandado de prisão preventiva em aberto, ele teve o nome inserido na Difusão Vermelha da Interpol no dia 12 de dezembro e foi capturado dois dias depois pelas autoridades argentinas. O suspeito segue preso no país enquanto aguarda o processo de extradição.

O terceiro foragido, tem 39 anos e é natural de Florianópolis (SC). Ele foi preso no Paraguai no último dia 14, após intensa troca de informações entre a Polícia Federal e autoridades paraguaias.

Segundo a PF, ele, que é condenado por tráfico de drogas e associação para o tráfico nas comarcas de São José e Garopaba, havia sido incluído na Difusão Vermelha da Interpol em 25 de novembro.

O homem soma penas que ultrapassam 22 anos de reclusão em regime fechado. A PF informou que ele é apontado como liderança de uma organização criminosa atuante em Santa Catarina e vivia na região de Pedro Juan Caballero com identidade falsa.

Após a prisão, o foragido foi expulso administrativamente do Paraguai e entregue à PF no Posto de Controle Migratório da Ponte da Amizade, em Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu (PR).

A Polícia Federal informou que é responsável pelo Escritório Central Nacional da Interpol no Brasil e coordena a cooperação internacional com outros países e organismos internacionais, atuando no combate à criminalidade transnacional e no cumprimento de decisões judiciais.

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