Mirelle Pinheiro

PCDF prende homem que ameaçava estuprar e matar jornalistas. Veja vídeo

Conduzido à delegacia, o investigado confessou o envio das ameaças

atualizado

metropoles.com

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Divulgação/PCDF
Terrorista preso
1 de 1 Terrorista preso - Foto: Divulgação/PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nessa quarta-feira (11/2), um homem de 21 anos acusado de enviar ameaças de morte e estupro a funcionários de um jornal do Distrito Federal, além de disseminar conteúdos de extrema violência e material de abuso sexual infantil pela internet.

A prisão ocorreu durante a Operação Ágora, deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), unidade vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), com apoio da Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Ribeira do Pombal, e com participação de perito do Instituto de Criminalística da PCDF, responsável pela análise técnica dos vestígios digitais.

Segundo as investigações, o suspeito enviava diariamente mensagens com ameaças diretas a repórteres e outros profissionais do jornal, acompanhadas de vídeos de execuções reais, mutilação de animais, imagens de armas de fogo, arquivos de cunho racista e conteúdos de abuso sexual infantil.

A partir da análise de vestígios cibernéticos, cruzamento de dados técnicos e perícia especializada, os investigadores conseguiram identificar o autor e localizar o ponto de origem das mensagens, chegando ao município de Ribeira do Pombal, no interior da Bahia.

No local, o homem foi preso em flagrante. Durante o cumprimento dos mandados judiciais, policiais apreenderam os dispositivos eletrônicos utilizados nos crimes. Conduzido à delegacia, o investigado confessou o envio das ameaças.

A perícia nos aparelhos revelou ainda a existência de outros arquivos de abuso sexual infantil, além de indícios de que o suspeito participava de grupos virtuais destinados ao compartilhamento desse tipo de material.

O homem responderá pelos crimes de perseguição, violência psicológica, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Somadas, as penas podem ultrapassar 14 anos de prisão.

O nome da operação faz referência à Ágora, espaço público da Grécia Antiga associado ao surgimento da liberdade de expressão, simbolizando a defesa da atividade jornalística e do direito à informação.

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