O detalhe que levou a polícia a descobrir morte macabra de argentinas
Três jovens foram torturadas e executadas em Buenos Aires. Os corpos foram encontrados a partir de um descuido dos assassinos

Os criminosos por trás dos assassinatos brutais de três jovens argentinas arquitetaram o plano macabro com cautela para não serem pegos. No entanto, um pequeno descuido levou a polícia ao cenário do ataque e trouxe à tona o paradeiro dos corpos — que era desconhecido até a última quarta-feira (24/9).
Conforme divulgado pelo jornal argentino Clarín, os traficantes fizeram questão de cuidar de todos os detalhes para manter os crimes contra Brenda Castillo, 20 anos, Morena Verri, 20, e Lara Gutiérrez, 15, sob segredo. Contudo, um descuido levou os investigadores à casa, localizada em Florencio Varela, em Buenos Aires.
Os celulares das vítimas foram ativados, o que revelou a localização dos dispositivos. O último sinal captado pela polícia foi do aparelho de Lara, na região em que o crime ocorreu.
Em entrevista coletiva, o ministro da Segurança de Buenos Aires, Javier Alonso, contou que, embora a antena não forneça um endereço exato, detetives da DDI de La Matanza percorreram a área e chegaram à residência.
De acordo com a autoridade, a principal hipótese é que o triplo assassinato tenha sido motivado por uma vingança relacionada ao tráfico de drogas.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroO crime brutal
Os corpos foram encontrados pela polícia argentina na quarta-feira (24/9), em uma casa localizada em Florencio Varela, em Buenos Aires. A perícia constatou que as vítimas foram executadas de maneira brutal.
A garota mais jovem, Lara, teve os cinco dedos da mão esquerda amputados e um pedaço de sua orelha arrancado antes de ser morta.
Já no corpo de Brenda, foi constatada uma marca de facada no pescoço, sinais de espancamento e a morte se deu por um golpe que esmagou o rosto dela.
Os exames revelaram que Morena também foi espancada e teve o pescoço quebrado.
Após os assassinatos, o trio teve os corpos desmembrados, escondidos em sacos de lixo e enterrados no subsolo do imóvel.
Conforme informações repassadas pela polícia à imprensa local, a sessão de horror foi gravada e transmitida ao vivo, na íntegra, em um grupo fechado no qual 45 pessoas tinham acesso.





