Mulher é presa no RJ por envenenar marido, decapitá-lo e esquartejar corpo.
Uma nota fiscal encontrada na casa da vítima levou a PCERJ a descobrir a autoria do crime. Edmilson Vila Verde foi morto em 16 de outubro

Uma mulher identificada como Esther Pestana Cabral foi presa na noite dessa terça-feira (20/10), após confessar ter matado o companheiro, Edmilson Batista Vila Verde, por envenenamento. Ela também teria decapitado o homem e esquartejado o corpo. Partes do cadáver foram encontradas em diferentes locais.
Segundo a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense passou a investigar o caso após o filho da mulher encontrar parte do cadáver de Edmilson dentro da residência, em Austin, Nova Iguaçu, e acionar a Polícia Militar. Após constatar a veracidade das informações, os policiais militares acionaram a unidade especializada.
A investigação
No decorrer das diligências, a equipe de plantão encontrou, na casa da vítima, além do tronco do corpo, uma nota fiscal referente à compra das luvas usadas na decapitação e no esquartejamento. O documento possibilitou identificar o local da compra.
Enquanto parte da equipe encontrava a cabeça e os membros de Edmilson no interior do carro dele, estacionado a cerca de 500 metros da casa onde morava, outros policiais, também em diligência, descobriram, na farmácia, que Esther teria sido a responsável pela compra das luvas.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroEla foi conduzida à delegacia, juntamente com outras testemunhas, para prestar depoimento. Inicialmente, segundo a PCERJ, a mulher apresentou uma versão falsa dos fatos. No entanto, após ser confrontada com as provas obtidas pela equipe, Esther confessou o crime.
O homicídio ocorreu em 16 de outubro. Após a confissão, Esther foi presa e autuada em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver.
A autoridade policial representou à Justiça pela decretação da prisão temporária de Esther pelo crime de homicídio qualificado.
Até a atualização mais recente desta matéria, não havia informações sobre a motivação do crime.


