
Mirelle PinheiroColunas

Ministério Público investiga show do Capital Inicial por superlotação
Segundo o Ministério Público, a casa de shows utilizou espaços que não estavam previstos no projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros
atualizado
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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) abriu investigação para apurar denúncias de superlotação durante um show da banda Capital Inicial, realizado no início de março em Leopoldina, na Zona da Mata.
A apuração levou à interdição de áreas do espaço de eventos onde a apresentação ocorreu.
Segundo o Ministério Público, a casa de shows utilizou espaços que não estavam previstos no projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
Apesar de possuir documentação válida, a estrutura do evento teria sido ampliada sem atualização das medidas de segurança exigidas.
Após vistoria, setores do tipo mezanino foram interditados por risco.
Esses espaços não poderão receber público até que a situação seja regularizada junto aos órgãos competentes.
O Ministério Público recomendou que o estabelecimento não venda ingressos além da capacidade máxima autorizada.
A prática pode comprometer a segurança do público em caso de emergência.
Quem comprou ingressos para áreas interditadas deverá ser reembolsado integralmente, incluindo taxas.
Também será possível optar por crédito para eventos futuros.
O procedimento foi instaurado pela Promotoria de Justiça de Leopoldina, que vai acompanhar o cumprimento das medidas.
A liberação das áreas depende da atualização do projeto de segurança e de nova aprovação.
