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Mirelle Pinheiro

Justiça mantém presa mulher que matou grávida para roubar criança

Na audiência realizada na tarde desta sexta-feira (14/3), o juiz decidiu pela conversão da prisão em flagrante de Nátaly Helen

14/03/2025 21:32, atualizado 14/03/2025 22:16
Reprodução
Nataly Helen

A prisão da mulher que tentou registrar uma criança como filha legítima, alegando que a menina nasceu em casa, foi mantida pelo juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, no Mato Grosso.

Na audiência realizada na tarde desta sexta-feira (14/3), o juiz decidiu pela conversão da prisão em flagrante de Nátaly Helen Martins Pereira, de 25 anos, para prisão preventiva.

No caso, Nataly atraiu Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, para sua casa, onde foi brutalmente assassinada e teve seu bebê arrancado da barriga. Ela conseguiu  atrair a adolescente para o local do crime sob o pretexto de doar roupas de bebê.

Nataly e seu marido, o chef de cozinha Christian Albino Cebalho de Arruda, de 28 anos, foram presos ao tentarem registrar o bebê no Hospital Santa Helena, alegando que a criança havia nascido em casa.

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No entanto, a equipe médica suspeitou da versão apresentada e os exames confirmaram que a mulher não estava grávida. A polícia foi acionada e prendeu o casal.