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Mirelle Pinheiro

Inspetor da Polícia Civil morre após ataque de criminosos no Rio.

Dois policiais foram alvo de criminosos enquanto realizavam diligências na região de Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro

08/07/2026 16:20, atualizado 08/07/2026 17:27
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Reprodução/Instagram
Inspetor da Polícia Civil morre após ataque de criminosos no Rio

O inspetor da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreu na tarde desta quarta-feira (8/7) após ser baleado na cabeça durante um ataque de criminosos contra policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), na Avenida Brasil, na altura da Favela do Muquiço, em Guadalupe (RJ).

O policial chegou a ser socorrido em estado gravíssimo e encaminhado ao Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas não resistiu aos ferimentos.

Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) lamentou a morte do inspetor e classificou a ação dos criminosos como um “ataque covarde”.

“Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, prestando suas mais sinceras condolências”, escreveu.

Carlos Alberto Freire Neto ingressou na corporação em dezembro de 2023 e, desde maio deste ano, estava lotado na DHBF. Ele deixa esposa e dois filhos.

Até o momento, não há informação de hora e local do sepultamento.

Ataque

Um outro policial atingido com um tiro na perna também ficou ferido. No entanto, não há informações sobre o estado de saúde dele.

Após o ataque, a Sepol deflagrou uma operação emergencial na Favela do Muquiço. A ofensiva mobiliza equipes dos Departamentos-Gerais de Polícia Especializada (DGPE), de Polícia da Capital (DGPC) e de Polícia da Baixada (DGPB), além de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

A coluna apurou que, até o momento, três suspeitos foram presos. 

Segundo a Polícia Civil, a ação é uma resposta direta ao ataque sofrido pelos policiais da DHBF durante a operação na região.

Em nota, a corporação afirmou que ataques contra agentes de segurança pública representam uma afronta ao Estado e garantiu que continuará atuando de forma permanente no combate às facções criminosas e na repressão ao crime organizado.