Iluminação clandestina: empresários dão prejuízo com desvio de energia
Donos de distribuidoras de bebidas, os homens causaram rombo de R$ 28 mil para a empresa responsável pela transmissão de energia elétrica

Dois empresários, de 33 e 35 anos, foram presos pela Polícia Civil do Mato Grosso por roubarem energia elétrica. Segundo as investigações, os homens, que são donos de distribuidoras de bebidas, utilizavam uma ligação clandestina — mais conhecida como “gato — para desviar a energia elétrica da fonte original da rede concessionária. O prejuízo é de cerca de R$28 mil.
Conforme apurado pela polícia, a empresa Energisa já havia notificado os comerciantes acerca da irregularidade. Eles ,porém, ignoraram a advertência e não regularizaram a situação da unidade consumidora,. Dessa forma, continuaram praticando o furto de energia elétrica.
Durante as investigações, ficou constatado, por meio de perícia técnica, que os dois estabelecimentos, sendo um no bairro Maringá I e outro no bairro Ipase, estavam utilizando ligação clandestina para executar o desvio.
Informações da polícia civil dão conta de que o crime contra o patrimônio cometido pelas empresas causaram prejuízo de aproximadamente R$ 28 mil para a empresa responsável pela transmissão e distribuição de energia elétrica.
Os empresários, que atuam no município de Várzea Grande (MT), foram no final da tarde de quarta-feira (23/4). Eles podem responder pelo crime de furto de energia elétrica mediante fraude.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroA delegada titular da DERF de Várzea Grande, Elaine Fernandes, alertou que a ação não causa apenas prejuízo patrimonial para a empresa concessionária que se busca reprimir, mas, sobretudo, evitar o risco de ocorrência de um sinistro que pode se tornar uma tragédia.
“Essas ligações clandestinas ou fraudulentas podem ocasionar incêndios de grandes proporções, que venham afetar não apenas o comércio infrator, mas, outras empresas e residências instaladas nas imediações, colocando em risco a vida de outras pessoas” alertou a delegada.





