Mirelle Pinheiro

Guerra do jogo do bicho: grupo envolvido em disputa sangrenta é preso

Os homens, apontados pelo Gaeco como violentos, estavam em liberdade provisória, mas voltam à cadeia em razão de prisão preventiva

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 operação-gaeco-mpdft2 - Foto: Reprodução

Cinco integrantes de um grupo violento, investigado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) na Operação Successione, tiveram suas prisões preventivas restabelecidas após solicitação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

Os membros são apontados como integrantes de uma organização criminosa armada e violenta, que buscava dominar o jogo do bicho na região de Campo Grande (MS), coordenando, inclusive, ataques a adversários.

O pedido de restabelecimento das prisões se deu porque o Gaeco entendeu que persistem os motivos para a manutenção das medidas cautelares contra os acusados.

A decisão, oficializada nessa terça-feira (23/9), reforma a decisão anterior, que havia concedido liberdade provisória aos réus.

Um dos homens está foragido desde a deflagração da ofensiva à organização criminosa. Para esse acusado – antes em liberdade por decisão de primeiro grau – foi determinada a prisão domiciliar, em razão de estar em tratamento contra um câncer.

A operação

A Successione teve sua primeira fase em 5 de dezembro de 2023, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa armada composta por 15 pessoas, incluindo policiais militares da reserva.

Conforme a investigação, o grupo utilizava violência e armas de fogo para roubos e para estabelecer seu domínio sobre o jogo do bicho na capital. O Gaeco constatou que a organização criminosa tinha forte penetração em órgãos de segurança pública.

O nome da operação, Successione, faz referência à disputa pelo controle do jogo ilegal na capital, que se intensificou após a Operação Omertà, que, a partir de setembro de 2019, desmantelou organizações criminosas em Campo Grande e em Ponta Porã, dedicadas à exploração da contravenção mediante métodos violentos e corrupção de agentes de segurança pública.

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