Mirelle Pinheiro

“Exército de guachebas” atuava para fazer valer sentença comprada

Um dos episódios citados na investigação envolve o cumprimento de uma reintegração de posse em área rural

atualizado

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1 de 1 TJMA - Foto: TJMA/Divulgação

O grupo investigado pela Polícia Federal (PF) por vender decisões judiciais no Maranhão usava seguranças privados para garantir o cumprimento de ordens judiciais suspeitas.

Segundo a apuração, decisões que teriam sido negociadas eram executadas com apoio de grupos armados, em um cenário que mistura poder judicial e força bruta.

Um dos episódios citados na investigação envolve o cumprimento de uma reintegração de posse em área rural.

De acordo com a delação que embasa a investigação, a ação foi realizada por um oficial de Justiça acompanhado por cerca de 30 homens armados, conhecidos como “guachebas”.

Registros em grupos de mensagens mostram imagens do momento da operação.

Decisão “comprada”

A mesma apuração indica que a decisão judicial que autorizou a reintegração teria sido obtida mediante vantagens indevidas.

Há relatos de que o acordo envolveria a transferência de terras, em um negócio que beneficiaria diretamente integrantes do esquema.

O episódio integra um inquérito mais amplo que apura corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Judiciário.

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