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Mirelle Pinheiro

Delegado é acusado de assédio e cobrar propina para arquivar inquérito

Em um dos episódios, João Antônio teria solicitado R$ 30 mil ao dono de um veículo para não investigar o caso

31/01/2025 07:11, atualizado 31/01/2025 11:32
Reprodução
Delegado é acusado de assédio e cobrar propina para arquivar inquérito

A Polícia Civil do Mato Grosso pediu a remoção do delegado João Antônio Batista Ribeiro Torres (foto em destaque) da delegacia de Lucas do Rio Verde, a 360 Km de Cuiabá. O policial é investigado por assédio sexual e propina.

A corregedoria da corporação apura denúncias de que o delegado teria recebido vantagens indevidas, além de cometer assédio sexual contra uma servidora pública.

Em um dos episódios, João Antônio teria solicitado R$ 30 mil ao dono de um veículo para não instaurar inquérito após um acidente de trânsito.

Em outra ocasião, ele teria recebido R$ 40 mil de um advogado para arquivar investigação de falsidade ideológica. A corregedoria também apura se o policial usou uma empresa de grãos para movimentar recursos ilícitos.

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Se as denúncias forem confirmadas, o delegado pode ser demitido, e o caso será remetido ao Ministério Público para oferecimento de denúncia na esfera penal.

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