Mirelle Pinheiro

Delegado de SC nega amizade com advogado citado no caso Orelha. Veja vídeo

Segundo Ulisses Gabriel, a ligação atribuída a eles é falsa e passou a gerar ataques direcionados a seus familiares

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/Redes sociais
cão orelha
1 de 1 cão orelha - Foto: Reprodução/Redes sociais

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, divulgou um vídeo nesta sexta-feira (30/1) para negar qualquer relação de amizade com o advogado Antônio Alexandre Kale, defensor de dois adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis.

A manifestação ocorreu após a circulação, nas redes sociais, de comentários associando o delegado-geral ao advogado a partir da divulgação de uma fotografia em que ambos aparecem juntos.

Segundo Ulisses Gabriel, a ligação atribuída a eles é falsa e passou a gerar ataques direcionados a seus familiares.

No vídeo, o delegado afirmou que o último contato com Kale ocorreu em 2023, período em que o advogado ainda atuava como delegado da Polícia Civil, lotado na Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, pouco antes de se aposentar. Desde então, segundo ele, não houve qualquer convivência ou proximidade.

Ulisses Gabriel declarou que não mantém relação de amizade, tampouco vínculo pessoal, com o advogado. Ele afirmou que a repercussão do conteúdo divulgado extrapolou o debate público e passou a atingir sua esfera familiar.

Diante da situação, o delegado informou que adotará medidas judiciais. Entre elas, o ingresso de uma ação de indenização por danos morais contra um dos responsáveis pela publicação e o registro de boletim de ocorrência pelos crimes de calúnia e difamação.

Segundo ele, outras providências podem ser tomadas contra quem compartilhar o conteúdo.

O caso

O episódio ocorre em meio à repercussão da morte do cão Orelha, animal comunitário conhecido na Praia Brava e alvo de investigação após denúncias de maus-tratos atribuídos a dois adolescentes. O caso mobilizou moradores da região e gerou ampla comoção.

Ulisses Gabriel também passou a ser alvo de críticas após adotar o cão Caramelo, outro animal que vivia na Praia Brava e que, conforme relatos, teria sido vítima de agressões anteriores, incluindo tentativas de afogamento.

O delegado afirmou que a adoção foi uma decisão pessoal e que não se trata de um episódio isolado.

Conhecido pelos moradores, Orelha circulava livremente pela Praia Brava e recebia cuidados de diferentes pessoas.

Animais comunitários como ele faziam parte da rotina local, acompanhando caminhadas e interagindo com frequentadores da região.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?