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Mirelle Pinheiro

CLDF apura motel disfarçado após casal ser flagrado por servidores

À coluna, a CLDF afirmou que intensificou as rondas externas após o casal transar no estacionamento do prédio nessa quarta-feira (14/5)

15/05/2025 12:25, atualizado 15/05/2025 13:06
Cedido ao Metrópoles
sexo na CLDF

Após um casal ser flagrado fazendo sexo dentro de um carro no estacionamento da sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na tarde dessa quarta-feira (14/5), o órgão informou que  intensificou as rondas externas nas cercanias do prédio e abriu procedimento para apurar o fato.

Em nota enviada à coluna, a CLDF destacou que o espaço é eminentemente público, mas escreveu que, de qualquer forma, instituiu medidas.

Já a Polícia Militar do DF (PMDF) afirmou que o responsável pelo policiamento da área informou que não foram acionados para a ocorrência.

A cena inusitada foi flagrada no fim do expediente dessa quarta (14). Uma pessoa que passava pelo local registrou a situação em vídeos.

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Horas depois, as imagens que mostram o homem e a mulher transando dentro do veículo estacionado nas redondezas do prédio passou a ser compartilhado entre os moradores do DF.

A coluna teve acesso a dois vídeos, que duram cerca de um minuto cada. Nas imagens, a mulher aparece em cima do homem, que está sentado no banco do passageiro.

A movimentação estranha dentro do veículo, que estava com o teto solar aberto durante todo o ato, chamou a atenção de trabalhadores do prédio, que registraram as cenas em vídeo.

Sexo em público

Esta não é a primeira vez que um caso resolve fazer sexo em pontos públicos da capital. O caso da CLDF ocorre dias depois da coluna Na Mira divulgar cenas de sexo flagradas no topo de um dos pontos mais vigiados e seguros da capital da República — o Panteão da Pátria. O ato também foi gravado em vídeo e viralizou entre os brasilienses, que ficaram curiosos acerca da cena.

Praticar sexo em público se enquadra no crime previsto no artigo 233, do Código Penal, referente à prática de ato obsceno. A pena prevista varia de 3 meses a 1 ano de prisão ou multa. O crime é registrado como contravenção penal.