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Eleições 2026Milena Teixeira

PT já ajuizou 25% mais ações do que em toda a pré-campanha de 2022

Número supera em 25% o total de ações da pré-campanha de 2022 e foi alcançado a 20 dias do fim do período pré-eleitoral

28/07/2026 02:00
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente da Repúplica Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante evento de governo - Metrópoles

O jurídico da campanha do presidente Lula já acionou a Justiça 80 vezes durante a pré-campanha de 2026.

O número foi alcançado na segunda-feira (27/7), a 20 dias do fim do período pré-eleitoral e representa uma alta de 25% em relação a todo o volume de ações apresentadas pelo partido na pré-campanha de 2022.

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Ricardo Stuckert

Na eleição passada, a equipe jurídica petista protocolou 64 ações durante todo o período que antecedeu oficialmente o início da campanha. Agora, antes mesmo do encerramento da pré-campanha, o partido já superou essa marca.

A ofensiva jurídica faz parte da estratégia da campanha de Lula para monitorar conteúdos publicados nas redes sociais, especialmente materiais que envolvem inteligência artificial, possíveis casos de desinformação e propaganda eleitoral antecipada.

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Entre as ações apresentadas neste ano estão representações contra publicações de adversários que, na avaliação do PT, associam Lula e o partido a organizações criminosas.

Um dos episódios mais recentes envolve um vídeo exibido durante a convenção do PL que oficializou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

A peça usou inteligência artificial para reproduzir a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro. O PT acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alegando uso irregular da ferramenta e pedindo a retirada do conteúdo.

Como mostrou a coluna, a ofensiva do partido também chegou à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).

A legenda apresentou uma notícia de fato pedindo a investigação da participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção do PL, sob o argumento de que o chefe de Estado pode ter interferido de forma indevida no processo eleitoral brasileiro.