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Milena Teixeira

O nome escalado pelo PT para driblar crise de Lula com evangélicos

PT, partido do presidente Lula, escalou nome de parlamentar do partido para tentar driblar crise de Lula com evangélicos

23/02/2026 14:35, atualizado 23/02/2026 15:19
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Camarote CBF Brasil x Peu - Metrópoles

O PT, partido do presidente Lula, está preocupado com a repercussão negativa das críticas de grupos evangélicos ao desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o petista durante o Carnaval.

Segundo apurou a coluna, a legenda tem escalado integrantes da sigla que são evangélicos ou mantêm diálogo com esse segmento para tratar do tema nas redes sociais.

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Deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ)
Lula e a deputada federal Benedita da Silva (PT)
Lula
Benedita da Silva é uma das coordenadoras do curso
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Benedita da Silva é uma das coordenadoras do curso

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ)
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Deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ)

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Lula e a deputada federal Benedita da Silva (PT)
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Lula e a deputada federal Benedita da Silva (PT)

Ricardo Stuckert
Lula
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Lula

Reprodução/Instagram

O primeiro nome escolhido foi o da deputada Benedita da Silva que, além de ter reduto eleitoral no Rio de Janeiro, também é evangélica.

No domingo (22/2), um dia após o presidente afirmar que “não pensa” sobre as críticas de setores evangélicos, Benedita da Silva publicou um vídeo nas redes sociais em que se apresenta como “uma mulher de fé”.

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“Sou uma mulher de fé. Tenho orgulho de ser evangélica há mais de 60 anos. E hoje quero falar de algo sagrado: a família. Mais uma vez usam a Bíblia como se fosse um crachá, como se Deus tivesse um partido”, declarou.

O que Lula disse sobre o tema?

Questionado pelo Metrópoles sobre a crise com o segmento religioso, o presidente evitou se manifestar a respeito das críticas de evangélicos à ala da escola denominada “neoconservadores em conserva”.

“Eu não penso. Assim, porque, primeiro, eu não sou carnavalesco. Eu não fiz o samba-enredo, não cuidei dos carros alegóricos. Eu apenas fui homenageado numa música maravilhosa. Foi uma pena que a minha mãe já tivesse morrido e não pudesse ver, porque, na verdade, a música é uma homenagem à minha mãe, é a saga dela de trazer a gente para São Paulo”, declarou.