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Milena Teixeira

PT diz que Flávio soltou a mão de Ciro Nogueira após ação da PF

PT de Lula intensificou ataques ao bolsonarismo após operação da PF contra Ciro Nogueira no caso Banco Master

08/05/2026 09:57, atualizado 08/05/2026 10:35
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O senador Flávio Bolsonaro

O PT do presidente Lula tem intensificado a ofensiva contra o PL de Jair Bolsonaro em meio a mais um capítulo do escândalo envolvendo o Banco Master.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), foi alvo, na quinta-feira (7/5), de ação da Polícia Federal no âmbito da operação que investiga irregularidades na instituição financeira comandada por Daniel Vorcaro.

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BTG/Nexus: Lula lidera 1° turno e empata em 2° com Flávio
Flávio Bolsonaro em discurso no Agrishow
Ciro Nogueira é suspeito de atuar no Congresso para favorecer o Banco Master
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Ciro Nogueira é suspeito de atuar no Congresso para favorecer o Banco Master

Arthur Menescal/Especial Metrópoles
BTG/Nexus: Lula lidera 1° turno e empata em 2° com Flávio
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Alice Rabello
Flávio Bolsonaro em discurso no Agrishow
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Flávio Bolsonaro em discurso no Agrishow

Reprodução/Youtube

À coluna, o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, já “soltou a mão” de Ciro.

“O escândalo do Banco Master, dia após dia, vai revelando o envolvimento das lideranças da direita e do campo bolsonarista, como Ciro Nogueira, presidente do PP e ex-todo-poderoso ministro de Bolsonaro. Semana passada, Flávio Bolsonaro celebrava vitória ao lado dele por conseguirem barrar a CPI do Master e a indicação de Messias. Hoje, corre para se afastar dos aliados e abandona Ciro. Penso que esse esforço será em vão”, disse.

Valadares também afirmou que o caso do Master “está como uma tatuagem na pele de Flávio, Ciro, Rueda e companhia”.

Apesar da ofensiva petista, como mostrou a coluna, o Palácio do Planalto orientou integrantes do governo a não se manifestarem publicamente sobre a ação envolvendo Ciro.

A avaliação é de que o presidente Lula não pode ser associado a um suposto uso político da força da Polícia Federal, especialmente após o nome do ministro Jorge Messias, indicado ao STF, ter sido rejeitado por parlamentares.