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Milena Teixeira

Planalto aposta em “nós contra eles” para manter veto ao PL da Dosimetria

Integrantes do Palácio do Planalto já traçam estratégias para evitar que o veto de Lula ao PL da Dosimetria seja derrubado pelo Congresso

Repórter de Milena Teixeira09/01/2026 05:30, atualizado 09/01/2026 05:52
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Lula fala em ato sobre 8/1 - Metrópoles

Auxiliares do presidente Lula já se preparam para uma ofensiva após integrantes de partidos da oposição e do Centrão afirmarem que pretendem derrubar o veto integral imposto pelo petista ao PL da Dosimetria.

A estratégia é levar o tema à mobilização social, nos moldes do que foi feito durante a tramitação da PEC da Blindagem, quando o governo recorreu ao discurso do “nós contra eles”.

Planalto aposta em “nós contra eles” para manter veto ao PL da Dosimetria - destaque galeria
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Lula discursa antes de assinar o veto ao PL da Dosimetria
Lula veta PL da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro, em evento do 8/1
Lula participa de ato do 8/1 no Palácio do Planalto
Lula discursa antes de assinar o veto ao PL da Dosimetria
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Lula discursa antes de assinar o veto ao PL da Dosimetria

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Lula discursa antes de assinar o veto ao PL da Dosimetria
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Lula veta PL da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro, em evento do 8/1
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Lula veta PL da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro, em evento do 8/1

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Lula participa de ato do 8/1 no Palácio do Planalto
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Lula participa de ato do 8/1 no Palácio do Planalto

Reprodução/Gov.br

O governo pretende sustentar o discurso de que, em vez de atuar em pautas de interesse da população, o Congresso Nacional estaria se mobilizando para proteger interesses de pessoas que atentaram contra a democracia, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Assim como ocorreu na PEC da Blindagem, partidos da base do governo cogitam acionar diferentes grupos de movimentos sociais e até artistas para derrotar os senadores e deputados.

Como o Metrópoles mostrou, o presidente optou por vetar integralmente a proposta durante solenidade do 8 de Janeiro realizada nesta quinta-feira (8/1).

Apesar de ter sido aconselhado por aliados a adiar o gesto, o petista decidiu fazê-lo durante o ato. A ideia, segundo assessores, foi justamente a de dar maior impacto político à decisão.