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Milena Teixeira

O apelido de Alcolumbre entre bolsonaristas após a derrota de Messias

Davi Alcolumbre passou a receber apelidos após a derrota de Jorge Messias na disputa pelo Supremo Tribunal Federal

Repórter de Milena Teixeira30/04/2026 12:11, atualizado 30/04/2026 16:01
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Davi Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ganhou novos apelidos entre aliados do bolsonarismo após a derrota do indicado do presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal.

Parlamentares próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm exaltado a atuação do chefe do Senado após a rejeição do nome do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, na Casa Alta.

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Davi Alcolumbre selou aliança com a oposição no Congresso para derrotar Jorge Messias
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
Ação contra Davi Alcolumbre no STF será relatada pelo ministro Nunes Marques
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Ação contra Davi Alcolumbre no STF será relatada pelo ministro Nunes Marques

Vinicius Schmidt/ Metrópoles
Davi Alcolumbre selou aliança com a oposição no Congresso para derrotar Jorge Messias
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Davi Alcolumbre selou aliança com a oposição no Congresso para derrotar Jorge Messias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Matheus Veloso/Metrópoles
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Nos corredores do Congresso Nacional, Alcolumbre vem sendo chamado de “craque do jogo”, em alusão ao seu “papel decisivo” na derrota de Messias.

O senador também ganhou o apelido de “Rei Davi”, referência ao personagem bíblico que, segundo a tradição, foi o segundo rei de Israel, conhecido por sua habilidade estratégica.

O que aconteceu

Na quarta-feira (29/4), os senadores rejeitaram a indicação de Messias para integrar a Corte, com 42 votos contrários e 34 favoráveis.

Como mostrou a coluna, integrantes do governo passaram a tratar o episódio como uma “guerra” política e avaliam a possibilidade de rompimento com o presidente do Senado.