Milena Teixeira

Ministro de Lula diz por que governo é contra quebra de patente do Mounjaro

Ministro da Saúde, Padilha diz que governo segue orientações da OMS e não deve apoiar licenciamento compulsório de canetas, como Mounjaro

atualizado

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta terça-feira (10/2) que o governo adotará uma postura técnica e seguirá a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a quebra de patentes de canetas emagrecedoras.

Como mostrou o Metrópoles, a Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira (9) a tramitação em regime de urgência de um projeto de lei que permite a quebra de patente de medicamentos à base de tirzepatida, usados no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade.

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
“Em nenhum momento a OMS recomendou que os países adotassem licenciamento compulsório para esses produtos. Por isso, vamos continuar seguindo a orientação da organização”, afirmou Padilha ao ser questionado sobre o tema.

Embora a OMS reconheça a importância desses medicamentos no tratamento da diabetes, a entidade não sugere que os países quebrem as patentes dessa tecnologia.

Integrantes do governo petista afirmam que a gestão pretende atuar por outras frentes para tornar os medicamentos mais acessíveis à população.

“A Anvisa abriu o processo, chamando editais para que a gente tenha, ainda neste ano, várias empresas podendo produzir medicamentos importantes sobre isso”, exemplificou Padilha.

Além disso, o ministro afirmou que o governo aposta na expiração da patente de um medicamento do tipo para que o barateamento dos preços:

“Um medicamento vai encerrar sua patente de forma legal em março deste ano. Somos contra a extensão da patente, porque há no Congresso também projetos para estender patentes que vão vencer agora. A nossa postura tem sido firme no sentido de aproveitar essa oportunidade legal e ter no mercado brasileiro mais produtores, o que vai significar a redução desse preço”, disse.

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