Fandom de Michelle, Imparáveis mira linguagem da geração Z
Movimento Imparáveis aposta na linguagem dos fandoms para aproximar Michelle Bolsonaro do público mais jovem

Além de dialogar com o eleitorado feminino, o movimento Imparáveis, fã-clube da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), também mira a geração Z.
Segundo apurou a coluna, a escolha do formato de fandom faz parte dessa estratégia. A ideia é incorporar uma linguagem inspirada nas comunidades de fãs para aproximar o movimento do público mais jovem.
Na prática, a iniciativa busca quer para a política a lógica dos fandoms: formar uma comunidade de apoiadores altamente engajada, com identidade própria e forte atuação nas redes sociais.
O projeto nasceu dentro da estrutura do PL Mulher e deve herdar parte da equipe que atuava com Michelle Bolsonaro na legenda. As atividades, porém, serão voluntárias.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNa quinta-feira (17/7), o perfil do movimento no Instagram, que reúne quase 6,5 mil seguidores, publicou um vídeo ao som de “Roar”, da cantora Katy Perry.
Nas imagens, uma mãe enfrenta um predador para salvar o próprio filhote, em uma metáfora de proteção, coragem e força feminina, atributos que o grupo pretende associar à imagem de Michelle Bolsonaro e à identidade dos Imparáveis.
Lançado oficialmente na semana passada, movimento já acumula pouca mais de 6.400 de seguidores nas redes.
Além de dialogar com o eleitorado feminino, o movimento Imparáveis, fã-clube da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), também se inspira e quer falar com a geração Z.
Segundo apurou a coluna, a escolha do formato de fandom faz parte dessa estratégia. A avaliação dos organizadores é que a linguagem e a identidade do movimento ajudam a aproximar a iniciativa do público mais jovem.
No caso do movimento Imparáveis, o uso da palavra fandom indica uma tentativa de importar essa lógica da cultura pop para a política: criar uma comunidade de apoiadores altamente engajada, com identidade própria e forte atuação nas redes sociais, especialmente para dialogar com a geração Z.
O projeto nasceu dentro da equipe do PL Mulher e deve herdar parte da estrutura organizacional e da equipe que atuava com Michelle Bolsonaro na legenda. As atividades, no entanto, serão desempenhadas de forma voluntária.
Na quinta-feira (17/7), o perfil do movimento no Instagram, que reúne quase 6,5 mil seguidores, publicou um vídeo ao som de “Roar”, da cantora Katy Perry.
Nas imagens, uma mãe enfrenta um predador para salvar o próprio filhote, em uma metáfora sobre proteção, coragem e força feminina — conceitos que o grupo pretende associar à imagem de Michelle Bolsonaro e à identidade do movimento.













