Empresariado pessimista com articulação sobre facções nos EUA
Empresários veem pouco avanço em negociações nos EUA e já demonstram pessimismo com articulação para reverter classificação das facções

Empresários brasileiros que têm conversado com parlamentares e integrantes do governo dos Estados Unidos para tentar reverter a medida adotada na gestão de Donald Trump, que enquadra facções criminosas como organizações terroristas, estão mais pessimistas do que nunca.
Segundo eles, há pouco avanço nas tratativas, e as conversas permanecem travadas. A medida, anunciada no mês passado, classifica o CV e o PCC como organizações terroristas.
Desde o anúncio, empresários brasileiros passaram a se mobilizar para tentar reverter a decisão, que pode impor forte impacto econômico e aumentar a burocracia para o setor produtivo nacional.
Sob a vigência de leis extraterritoriais norte-americanas, empresas brasileiras poderiam ser afetadas por sanções financeiras mais severas, incluindo restrições impostas por autoridades americanas.
Como mostrou o Metrópoles, o governo dos EUA anunciou a medida dias após o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), visitar Washington.









