
A pesquisa interna do PT da Bahia que aliviou Jaques após o Master
Tracking do PT da Bahia indica que caso Banco Master teve impacto menor que o esperado sobre a reeleição de Jaques Wagner

Apesar de a mais recente pesquisa Quaest apontar que, para 37% dos entrevistados, a crise envolvendo o Banco Master e o senador Jaques Wagner (PT-BA) prejudica a campanha do presidente Lula, um levantamento interno do PT da Bahia trouxe alívio ao parlamentar, que disputará a reeleição em outubro.
A coluna apurou que o tracking encomendado pelo partido indica que o desgaste provocado pelo caso foi menor do que o esperado. Na avaliação de dirigentes petistas, a investigação não alterou de forma significativa o desempenho eleitoral de Wagner.
Um dos levantamentos internos, por exemplo, mostra Jaques Wagner com 37% das intenções de voto, praticamente no mesmo patamar registrado antes da crise envolvendo o Banco Master.
O desempenho do ex- ministro da Casa Civil, Rui Costa, também se manteve estável. No mesmo tracking, ele aparece com 51% das intenções de voto para a Casa Alta.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNos bastidores, a leitura de dirigentes do PT é de que, embora o caso tenha provocado desgaste e ainda possa gerar novos desdobramentos, não comprometeu a competitividade eleitoral de Wagner entre os baianos.
A expectativa é que o episódio volte ao noticiário com a divulgação de mensagens extraídas do celular do enteado do senador, Guilherme Sodré. Ainda assim, aliados demonstram confiança de que o petista chegará fortalecido à eleição.
“No dia 5 de outubro, os dois (Rui e Wagner) desembarcam em Brasília reeleitos e com um caminhão de votos para Lula”, resumiu à coluna um dirigente do PT baiano.











